30.7.22

A Convenção Nacional do PSB, realizada na tarde desta sexta-feira (29), oficializou o nome do ex-governador Geraldo Alckmin como candidato a vice-presidente da República na chapa encabeçada pelo ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva

 


No evento, que lotou o auditório do Hotel Meliá Brasil 21, no centro de Brasília, os participantes também aprovaram, por unanimidade, a aliança da coligação composta por PSB, PT, Rede, PSOL, PV, Solidariedade e PCdoB.

Para o público que acompanhava o ato, Lula afirmou que a convenção do PSB é um momento histórico e que recebe “com muito orgulho” o referendo do partido para, junto com Alckmin, cumprir a tarefa de consertar o país. “Eu e o Alckmin não vamos governar esse país. Nós vamos cuidar de gente e levar em consideração que nesse país precisa voltar a prevalecer o amor e não o ódio. As pessoas têm que saber que esse país vai melhorar! E nós vamos, junto com vocês, consertar esse país”.

Para ele, esta é “a mais importante aliança” já feita entre todos os partidos de esquerda e democráticos. “Eu queria que vocês refletissem sobre o que está acontecendo hoje. Para alguns é apenas a convenção do PSB, para outros é apenas o encontro de companheiros que fazem política nesse país. Mas se imaginarmos, vamos perceber que a dimensão do que estamos fazendo hoje é muito maior do que a gente poderia imaginar que aconteceria nesse país. Faltam 2 meses e 3 dias para que o povo brasileiro se manifeste e defina que tipo de Brasil quer”, disse.

O pré-candidato à Presidência da República destacou a qualidade da chapa formada por ele e Alckmin. “Se vocês pegarem todas as eleições, em nenhum momento da história esse país teve uma candidatura com a grandeza da candidatura de Lula e Alckmin. Primeiro, eu tenho como vice a candidatura de um homem que governou São Paulo por 16 anos e ainda foi vice mais seis anos. É a candidatura junto com o homem que foi o mais exitoso presidente da República, não por mérito próprio, mas pela contribuição que a sociedade brasileira deu para que se colocasse o Brasil na órbita das grandes nações e que virasse protagonista internacional”.

Segundo Lula, é preciso fazer uma campanha nas ruas sem violência e ódio porque o país precisa de alegria, de amor, de compreensão, de fraternidade e de carinho. “Nós precisamos fazer uma campanha sem ódio, não precisamos aceitar nenhuma provocação, ninguém tem que brigar com ninguém, vamos ganhar tendo coragem. Temos que ir para a rua para mostrar que o povo brasileiro quer democracia de verdade!”.

O líder do PSB na Câmara, deputado federal Bira do Pindaré (MA), afirmou que o partido “nunca tinha tomado uma decisão tão acertada quanto essa” e que “estamos convencidos de que esse é o caminho correto” ao referendar a chapa Lula-Alckmin. “Estamos unidos, movidos pela fé e pela esperança. A violência política não nos intimida e essa é a posição que nos faz ter a tranquilidade e a certeza de que estamos fazendo a nossa parte e que vamos alcançar a vitória”.

Bira ainda destacou que a bancada do PSB combateu com muita qualidade e firmeza o fascismo instalado no país nos últimos 3 anos e meio e todo tipo de desmando contra aqueles que atacam e violam os direitos fundamentais da população brasileira. Mas que, a partir da vitória da chapa Lula-Alckmin nas próximas eleições, não será mais uma bancada de oposição com a vitória progressista nessas eleições.

O governador do Espírito Santo, Renato Casagrande, disse que a convenção é o início formal da caminhada política entre os socialistas e as lideranças políticas de Lula e Alckmin. Ele falou em nome de todos os governadores socialistas: Paulo Câmara (Pernambuco), João Azevêdo (Paraíba) e Carlos Brandão (Maranhão).

“Nós estamos buscando, de fato, um movimento político que esteja além dos partidos, além das lideranças, e que possam significar, nesse momento, para todos nós, a esperança de que teremos o fortalecimento da nossa democracia, das nossas instituições, que teremos cada vez mais políticas de enfrentamento à pobreza e que teremos capacidade de sentar à mesa e ter diálogo, de voltarmos à normalidade da política e debatermos com as nossas diferenças. É isso que estamos trazendo aqui hoje”.

Representando todos os prefeitos do PSB, o prefeito do Recife João Campos pontuou que a construção da chapa homologada na data de hoje representa um compromisso muito grande com o Brasil. Segundo ele, os socialistas estão certos da tarefa política que têm pela frente, estarão unidos em todo o país para irem às ruas durante a campanha e, agora, “mais do que nunca nós não vamos desistir do Brasil”.

“Mais uma vez, a gente compreende que o momento que vivemos não é trivial. Nessa eleição, de fato, só há dois lados: o da barbárie, do autoritarismo, de quem não respeita as diferenças do Brasil; e outro lado que quer voltar a sonhar, voltar a construir políticas públicas de qualidade, que vai enfrentar as desigualdades com responsabilidade e vai voltar a fortalecer o Estado brasileiro”.

Para a presidente nacional do PT, Gleisi Hoffmann, a convenção nacional do PSB e a oficialização da coligação entre os partidos é a construção da unidade em defesa da democracia. Ela lembrou que PT e PSB já caminharam juntos por muito tempo, em muitas lutas e eleições. Entretanto, nem sempre estiveram juntos em todas as eleições que disputaram pós-abertura democrática no Brasil. “E isso era normal. Mas nos segundos turnos sempre estávamos juntos para garantir que pudéssemos ter governos democráticos, populares e progressistas. Mas nessa eleição de 2022 ninguém titubeou porque, apesar das divergências, nós vimos a necessidade de estarmos juntos para enfrentar o que o Brasil está passando. E foi esse entendimento que fez com que estivéssemos juntos aqui hoje”.

Gleisi afirmou que o ato da oficialização da chapa e da coligação é mais do que a defesa da democracia. “Aqui também tem a qualidade de um projeto que estamos apresentando para o Brasil e a qualidade de lideranças que têm condições de conduzir esse projeto e tirar o país da crise. Lula e Alckmin formam uma chapa com essa qualidade, com capacidade, experiência e conhecimento de país”, pontuou.

Fonte e Fotos: https://www.psb40.org.br/noticias/convencao-nacional-do-psb-oficializa-geraldo-alckmin-como-vice-de-lula-para-as-eleicoes-presidenciais-de-2022/

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23.7.18

Sob pressão, PSB pede que Joaquim Barbosa reconsidere disputa presidencial


Painel
Sintoma do desespero Diante da divisão interna, dirigentes do PSB decidiram procurar Joaquim Barbosa para pedir que ele volte ao páreo da disputa pelo Palácio do Planalto. O ministro aposentado do STF anunciou em maio que não iria concorrer.
O não já temos Um amigo de Barbosa foi acionado por dirigentes do PSB neste sábado (21) A tese de que vale a pena tentar persuadi-lo ganhou força com a crescente indefinição na sigla, que está pressionada pelo PT e pelo PDT.
Nem vem Quem esteve com Barbosa acha difícil ele ceder ao apelo. O ex-presidente do Supremo afirmou não ter saudades da época em que flertou com a pré-candidatura. Quer paz, segundo os relatos.
FONTE
 https://painel.blogfolha.uol.com.br/2018/07/22/sob-pressao-psb-pede-que-joaquim-barbosa-reconsidere-disputa-presidencial/

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13.8.15

PSB diz que vai apoiar próximas manifestações

As lideranças nacionais do PSB se mostraram, ontem, uníssonas na defesa das manifestações de rua contra o governo petista, previstas para ocorrer no próximo domingo. “A militância está liberada. Eu acho que essa é uma marcha da sociedade, e ela está mobilizada independentemente dos partidos. A militância do PSB está liberada para ir à rua fazer o protesto que achar que deve fazer, como deve fazer e onde deve fazer”, declarou o presidente do PSB nacional, Carlos Siqueira. Encontrou coro em tucanos, que também afirmaram apoiar o protesto. “Somos totalmente favoráveis às manifestações. Quando a população vai às ruas, quem ganha é a democracia. Então é importante manifestar a insatisfação com a corrupção”, completou o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin.

Para integrantes do PSDB, a voz que ecoar das ruas no domingo será uma espécie de termômetro capaz de ajudar a definir os próximos passos, principalmente no que diz respeito ao discurso sobre impeachment e renúncia da presidente Dilma Rousseff (PT). O presidente nacional da sigla, Aécio Neves, ainda não decidiu se irá, mas, pelo menos por enquanto, mantém a cautela, que chegou a ser criticada internamente, ao falar das possibilidades de saída da presidente Dilma Rousseff (PT) do cargo. “Não cabe ao PSDB escolher o desfecho para essa crise, até porque as alternativas colocadas (impeachment e renúncia) não dependem do PSDB”, disse. Aécio, entretanto, tem falado ultimamente sobre vias para uma nova eleição.

Siqueira também preferiu um tom mais ameno ao tratar o assunto. “Novas eleições só poderão haver se o STF (Supremo Tribunal Federal) anular a chapa que venceu em 2014, e nós não queremos falar sob hipótese. Há um processo que será julgado nas próximas semanas e as instâncias da Justiça devem ser respeitadas por todo brasileiro”, acrescentou. Da mesma forma, o vice-governador de São Paulo, Márcio França, afirmou não ver “um quadro maduro para qualquer tipo de intervenção” contra a presidente. O governador de Pernambuco, Paulo Câmara (PSB), lembrou que os governadores já demonstraram, no último encontro, “total apoio para unir o Brasil em favor de encontrar alternativas”. “Cabe ao governo federal encontrar essas alternativas”.

FONTE:
http://www.diariodepernambuco.com.br/app/noticia/politica/2015/08/11/interna_politica,591670/psb-diz-que-vai-apoiar-proximas-manifestacoes.shtml

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11.6.15

Paulo Paim conversa com PSB, Rede e PV e pode deixar o PT até o final do ano

 Insatisfeito com o PT desde a campanha eleitoral do ano passado, o senador Paulo Paim (RS) vem sinalizando a possibilidade de deixar a legenda e, consequentemente, tem atraído a atenção de outros partidos. O assédio aumentou com o desconforto manifestado pelo político gaúcho em relação às medidas provisórias que dificultaram o acesso a benefícios trabalhistas em prol do ajuste fiscal. Em entrevista ao Broadcast Político, serviço de notícias em tempo real da Agência Estado, Paim afirmou que está mais próximo de PSB, PV e Rede, mas que a permanência no PT não está descartada. A decisão sobre uma eventual troca de sigla se dará até o final de 2015.
"Tenho dito que até o fim do ano muita coisa vai acontecer na nova acomodação política do País mediante a situação em que estamos, que não é boa nem no campo político, nem no social nem no econômico. E eu, particularmente, estou muito chateado com a política capitaneada pelo (ministro da Fazenda) Joaquim Levy", afirmou. "Pedi (aos partidos) um prazo até o fim do ano."
Paim explicou que atualmente está "dialogando, ouvindo e refletindo". Nesta terça-feira, 9, tinha um almoço com lideranças do PSB em Brasília que acabou cancelado por problemas de agenda - o senador esteve ontem em Florianópolis para uma audiência pública sobre terceirização e fator previdenciário e, de acordo com sua assessoria, não chegaria a tempo do encontro. O contato com os socialistas, no entanto, ocorre há meses. Recentemente, Paim teve um "longo" e "produtivo" bate-papo com Romário (SB-RJ), seu colega no Senado.
As conversas com a Rede também são frequentes. "Uns 14 dirigentes da Rede estiveram dialogando comigo. Estou numa linha de apontar para algo que seja uma visão nova, moderna, uma estrutura que tenha compromisso com os direitos humanos e com o ecossistema. Uma visão diferente daqueles partidos tradicionais, dos quais eu acho que o brasileiro já cansou", disse o parlamentar gaúcho. A ex-senadora Marina Silva, principal liderança do partido em formação, convidou-o para um almoço nesta quinta-feira.
Na semana passada, Paim recebeu o convite formal para se filiar ao PV do Rio Grande do Sul, com o qual também se identifica. "É um partido que, em tese, é novo, e que trabalha com o meio ambiente e o direito à vida. Tem esse viés humanista que me é simpático", afirmou.
Apesar de reconhecer que PSB, Rede e PV são as legendas com as quais tem conversado "mais intensamente", Paim deixa claro que seu futuro político está em aberto. Ele lembra que mantém contato com outras siglas, como o PDT, e esclarece que nenhuma decisão será tomada antes de aprofundar o diálogo com o próprio PT, ao qual está filiado há 30 anos.
De acordo com o Paim, o "desejo de mudança" é compartilhado com colegas de partido e já foi tema de conversas com o ex-presidente Lula. "Não sou só eu que estou propondo mudanças. O Tarso Genro está propondo, o Olívio Dutra está propondo, a bancada está propondo. Quero ver o que é possível construir ou não", falou.
Prazo

Paim tomará uma decisão ainda em 2015 porque pretende ter participação nas eleições municipais de 2016. "Não sou de ficar fora de uma disputa, a não ser que não queiram que eu entre", avisou o senador, que descarta, contudo, a possibilidade de concorrer à prefeitura de Porto Alegre. "Não sou candidato em hipótese nenhuma. Mas acho que você não pode se omitir de uma disputa em prol de um projeto em que você acredita, e que passa também pelas eleições municipais."
Paim é um dos principais críticos ao modelo de ajuste fiscal que vem sendo implementado pelo governo. No último dia 26, foi um dos três senadores petistas - ao lado de Lindbergh Farias (PT-RJ) e de Walter Pinheiro (PT-BA) - que votaram contra a MP 665, que restringe o acesso a benefícios trabalhistas como seguro-desemprego e abono salarial. No dia seguinte, acompanhou a bancada votando a favor da MP 664, que altera benefícios previdenciários, mas o fez somente porque o texto incluía a flexibilização do cálculo para aposentadoria integral, o chamado fator previdenciário.
Para o parlamentar, o fato de o governo "ter recuado bastante" no conteúdo das duas MPs permitiu que ele permanecesse no partido este ano. Um eventual veto da presidente Dilma Rousseff à emenda do fator previdenciário poderia ser decisivo na escolha do senador. "Se ela vetar, vamos trabalhar com unhas e dentes para derrubar o veto de qualquer jeito no Congresso. Aí, o confronto vai ser inevitável", resumiu.
FONTE: http://www.folhavitoria.com.br/politica/noticia/2015/06/paulo-paim-conversa-com-psb-rede-e-pv-e-pode-deixar-o-pt-ate-o-final-do-ano.html

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26.4.15

PSB alerta esquerda mundial sobre crise no PT e no governo Dilma

O vice presidente do PSB, o ex-deputado Beto Albuquerque, assustou os partidos socialistas de 43 países que se reuniram há três semanas na Cidade do México para no encontro da Aliança Progressista, uma dissidência da Internacional Socialista criada há dois anos por legendas de esquerda. Em um dos debates, Beto informou que há um grande escândalo de corrupção na Petrobrás envolvendo o PT e outros partidos da aliança governista brasileira e que os índices de aprovação da presidente Dilma Rousseff são recordes históricos negativos, apenas três meses após a eleição. Tudo o que os petistas negam. Os dirigentes de legendas socialistas com ligações históricas com o PT – que também faz parte da Aliança, mas não mandou representante – ficaram surpresos com a nova análise da realidade não repassada a eles pelos petistas.

FONTE: http://epoca.globo.com/tempo/expresso/noticia/2015/04/psb-alerta-esquerda-mundial-sobre-crise-no-pt-e-no-governo-dilma.html

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11.2.15

Marta Suplicy negocia migração para o PSB, diz jornal

De acordo com informações do jornal Valor Econômico, a senadora Marta Suplicy (PT-SP) estaria negociando migrar para o PSB, partido do ex-governador de Pernambuco Eduardo Campos, que faleceu em agosto passado em um acidente de avião em plena campanha presidencial.
Se o acordo for fechado, a perspectiva é que a (ainda) petista seja a candidata do partido para as eleições da prefeitura de São Paulo no próximo ano. Márcio França, vice de Geraldo Alckmin no governo do estado e secretário de finanças nacional do PSB, estaria encabeçando as negociações, segundo informações da publicação.
Desde que deixou o comando do Ministério da Cultura, Marta Suplicy tem (aparentemente) feito questão de alfinetar a presidente Dilma Rousseff e o partido que ajudou a criar e conduzir ao poder.
Quando pediu demissão da equipe ministerial, a senadora afirmou que a presidente deveria escolher uma equipe econômica capaz de resgatar a credibilidade do governo.
Ela também não escondeu seu descontentamento com a nomeação de Juca Ferreira para sucedê-la na Cultura e chegou a enviar documentos à Controladoria-Geral da União (CGU) que denunciariam supostas irregularidades da gestão do petista na pasta entre 2008 e 2010.
As alfinetadas não pararam por aí. Em janeiro, ela criticou a tudo e a todos em entrevista ao jornal Estado de S. Paulo e afirmou que "ou o PT muda, ou acaba".
Dias depois, em artigo publicado no jornal Folha de S. Paulo, a ex-ministra da Cultura afirmou que se o governo tivesse adotado uma política de transparência na condução da área econômica, o país não estaria vivendo "esta situação de descalabro" que faz a "vaca engasgar de tanto tossir" - em uma clara referência ao jargão de Dilma durante a campanha eleitoral de que não mexeria nos direitos trabalhistas "nem que a vaca tussa".
O incômodo de Marta com o atual governo pode estar relacionado às mudanças que ocorreram na sigla nos últimos 12 anos - entre elas, a nova reconfiguração da estrutura interna de poder que limitou o protagonismo político da senadora. Veja os motivos para o descontentamento da senadora com o PT

FONTE: http://exame.abril.com.br/brasil/noticias/marta-suplicy-negocia-migracao-para-o-psb-diz-jornal

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9.2.15

Após romper com o PT, Câmara conversa com Lula

O governador de Pernambuco, Paulo Câmara (PSB), almoçou, nesta quinta-feira (5), com o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. O encontro com o petista ocorreu na sede do Instituto Lula, em São Paulo. Apesar dos detalhes não terem sido divulgados, eles teriam conversado sobre as perspectivas para o Estado.

Câmara, que também é vice-presidente nacional do PSB, também teria convidado Lula a visitar Pernambuco. "Lula perguntou pelas obras em Pernambuco, muitas delas em parceria com o governo dele na Presidência. E quis saber do povo pernambucano, por quem tem muito carinho. Eu disse que nosso povo tem uma gratidão muito especial por ele", afirmou Câmara.

O PSB rompeu uma ligação histórica com o PT nas últimas eleições presidenciais. O afastamento aconteceu após o ex-governador Eduardo Campos se posicionar como candidato à Presidência da República. Com a morte de Campos em um acidente aéreo, o PSB lançou a ex-senadora Marina Silva como cabeça de chapa. "Todos sabem da amizade que Lula tinha por Eduardo Campos. E da atenção que o ex-presidente tem por Pernambuco", disse o governador ao término do encontro.
 
No segundo turno, os socialistas apoiaram a candidatura presidencial do senador mineiro Aécio Neves (PSDB) e, atualmente, o partido mantém uma posição de independência no Congresso Nacional.

O encontro entre Paulo Câmara e Lula pode ser uma sinalização de um possível reatamento entre as legendas, que foram aliadas por décadas. A última vez em que eles haviam se encontrado foi durante a cerimônia de diplomação da presidente reeleita Dilma Rousseff.

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24.1.15

Governador decreta estado de emergência na saúde pública do Distrito Federal

O governador Rodrigo Rollemberg (PSB) anunciou na noite de segunda-feira (19) a decretação de situação de emergência na saúde pública do Distrito Federal nos próximos 180 dias.

A medida resulta da grave crise financeira em que se encontra o GDF, herdada do anterior governo, de Agnelo Queroz (PT), e da situação caótica no setor hospitalar, com falta de medicamentos e paralisação de equipamentos e serviços por falta de pagamentos a empresas terceirizadas e funcionários.
Nesse período, o governo instala uma força-tarefa para revisar a renegociação de contratos e escalas de trabalho. Remanejamentos para atendimento emergencial também estão incluídos na revisão pretendida por Rollemberg.

De acordo com a assessoria do governo do Distrito Federal (GDF), qualquer servidor da administração pública de Brasília poderá ser chamado pelo secretário de Saúde, João Batista de Souza, para compor a força-tarefa. Além disso, membros do Corpo de Bombeiros, da Polícia Militar e Polícia Civil do DF podem ser chamados para auxiliar os atendimentos na rede hospitalar.

Entre os motivos apontados pelo governador estão "a falta de pagamento a fornecedores de medicamentos e de material médico-hospitalar, entre outros; o fechamento de diversos leitos em UTI, inclusive na neonatologia, e a descontinuidade da prestação de serviços, como de radioterapia, o que pode acarretar sofrimento aos pacientes e aumento no número de óbitos devido à interrupção do tratamento de câncer".
Rollemberg vem enfrentando diversos problemas na saúde do DF desde que assumiu o cargo, no início do ano. O governo negocia com servidores da saúde e da educação o parcelamento de atrasados referentes a dezembro, entre eles, décimo terceiro salário e férias.

Os médicos entraram em greve na última sexta-feira (16), depois de rejeitar a proposta do governo de parcelamento das dívidas trabalhistas, acumuladas desde outubro do ano passado. Além disso, eles não aceitam a decisão de parcelar os salários dos servidores.

"Isso é provisório, para que possamos colocar as contas em dia. Estamos herdando uma dívida do governo anterior", disse Rollemberg, ainda na semana passada. "Pedimos a compreensão dos médicos, dos professores, para que possamos regularizar. O caos não interessa a ninguém", reforçou. O GDF vai pedir na Justiça a ilegalidade da greve. Agência Brasil


FONTE: http://www.portugaldigital.com.br/sociedade/ver/20091784-governador-decreta-estado-de-emergencia-na-saude-publica-do-distrito-federal

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12.1.15

Novo governo Dilma é um grande equívoco, diz Marina Silva

São Paulo - Candidata derrotada à Presidência da República em 2014, a ex-ministra Marina Silva (PSB) interrompeu nesta quinta-feira, 8, suas férias para divulgar um texto com críticas às primeiras medidas do segundo mandato da presidente Dilma Rousseff (PT).

"Os indícios preocupantes que já anunciavam um segundo mandato da presidente Dilma ainda mais divorciado das necessidades reais do Brasil e do povo brasileiro, infelizmente, já estão se confirmando", escreveu a pessebista.

"O discurso de posse, a escolha de alguns ministros, as primeiras medidas tomadas ou anunciadas, tudo
transmite contradição, ausência de sentido e a noção de um grande equívoco", completou.Assim como o senador Aécio Neves, candidato derrotado do PSDB à Presidência, Marina tem usado as redes sociais como tribuna de oposição.A ex-ministra voltará à ativa no dia 15, quando participará de uma reunião de seu grupo político, a Rede Sustentabilidade, em Brasília.

"Marina não tem muita ansiedade em disputar espaço no cenário nacional, mas ela vai se posicionar", diz Bazileu Margarido, dirigente da Rede e um dos mais próximos interlocutores da ex-ministra, que disputou duas vezes o Palácio do Planalto - em 2010, pelo PV, e 2014, pelo PSB.

Para evitar a dispersão de sua base de eleitores, Marina pretende fazer uma caravana de viagens pelo Brasil a partir de abril. O objetivo será a formação de diretórios estaduais da Rede. O grupo está na fase final de coleta de assinaturas e espera estar regularizado enquanto partido em abril. Na carta divulgada hoje, Marina também criticou o ministro da Casa Civil, Aloizio Mercadante e o ex-presidente Lula. "Se o ministro Mercadante diz que o candidato em 2018 é o Lula, então está pronto o roteiro, cada um tem sua fala, é só decorar e repeti-la mesmo quando desvinculada de qualquer nexo com a realidade".


FONTE: http://exame.abril.com.br/brasil/noticias/novo-governo-dilma-e-um-grande-equivoco-diz-marina-silva

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7.1.15

PSB diz também ser contra proposta de regulação da mídia

O deputado Júlio Delgado, candidato do PSB à presidência da Câmara Federal, disse no último sábado que o partido é contrário à proposta de regulação da mídia feita pelo Partido dos Trabalhadores, proposta esta colocada como prioridade pelo novo ministro das Comunicações, Ricardo Berzoini.

Segundo Júlio Delgado, essa proposta também recebe a contrariedade do PSDB, que apoia sua candidatura, e foi um dos pontos colocados pelos tucanos para apoiar sua candidatura. Seu adversário, Eduardo Cunha, do PMDB, também manifestou-se contrário à proposta.

O site petista Brasil247 acusou o deputado do PSB de "fechar aliança com barões da mídia".

FONTE: http://exame.abril.com.br/brasil/noticias/psb-diz-tambem-ser-contra-proposta-de-regulacao-da-midia

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12.12.14

PT, PCdoB, PSol e PSB pedem cassação do mandato de Bolsonaro

Em representação protocolada na noite desta quarta-feira (10) no Conselho de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara, PCdoB, PT, PSol e PSB pedem a cassação do mandato do deputado Jair Bolsonaro (PP-RJ). Os partidos acusam Bolsonaro de quebrar o decoro parlamentar ao agredir a deputada Maria do Rosário (PT-RS), durante pronunciamento na tribuna realizado na terça-feira (9). “Só não estupro você porque você não merece”, disse o deputado do PP à parlamentar gaúcha.

Para os partidos signatários da representação, Bolsonaro demonstra “total desrespeito por sua condição de representante de todos os cidadãos e cidadãs brasileiras e, em especial, do povo do Rio de Janeiro” e costuma proferir “comentários misóginos, jocosos e estereotipados a respeito das mulheres, negros e homossexuais”.

Segundo o texto da representação, Bolsonaro “tem sido extremamente misógino, preconceituoso, sexista e homofóbico, no exercício do seu mandato parlamentar”. Com isso, “desrespeita a Constituição Federal, o Código de Ética e Decoro Parlamentar e o Regimento Interno da Câmara dos Deputados, incorrendo, sem prejuízo da eventual responsabilização pela prática de crime, em Quebra de Decoro Parlamentar”.

O líder do PT, deputado Vicente Paulo da Silva, o Vicentinho (SP), considera “desrespeitosa e criminosa” a postura de Bolsonaro. “Em uma casa de leis um parlamentar não pode ter uma postura que desrespeite a lei e afronte a dignidade das pessoas. Esses discursos de ódio são incompatíveis com a sociedade brasileira e com o Estado democrático de direito. A imagem pública da Câmara dos Deputados foi mais uma vez desonrada e cabe a esta Casa rejeitar esse tipo de comportamento”, afirmou Vicentinho.

Confira a íntegra da representação, assinada pelos deputados Ivan Valente (Psol-PT) e Jandira Feghali (PCdoB-RJ) e pelos presidentes do PSB e do PT, Carlos Roberto Siqueira e Rui Falcão.


FONTE: http://www.redebrasilatual.com.br/politica/2014/12/pt-pcdob-psol-e-psb-pedem-cassacao-do-mandato-2465.html

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18.11.14

Marina critica Dilma e pede punição a empresas corruptas

São Paulo - A ex-candidata à Presidência Marina Silva (PSB) publicou nesta segunda-feira um post criticando a presidente Dilma Rousseff e a falta de punição a empresas envolvidas em corrupção.


"Dilma gosta de falar das 'gavetas' de governos anteriores, mas seria positivo para a sociedade brasileira que ela esvaziasse as próprias", afirmou Marina.

"O Brasil aguarda ansiosamente que a presidente Dilma retire das gavetas do palácio o decreto que ajudará a combater a ação dos corruptores no país", disse no post.

A ex-ministra argumenta que a Lei Anticorrupção não está sendo aplicada porque não foi regulamentada pela presidente.

Para Marina, as declarações de Dilma de que as investigações da Petrobras vão "mudar o país para sempre" são "descoladas da realidade".
Dilma afirmou ontem que o escândalo atual não era o primeiro, mas "o primeiro a ser investigado" no País. Depois das eleições, a ex-candidata tem publicado críticas constantes ao governo federal.

FONTE:  http://exame.abril.com.br/brasil/noticias/marina-critica-dilma-e-pede-punicao-a-empresas-corruptas

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12.11.14

CCJ da Câmara nega recurso de André Vargas, cujo processo de cassação foi relatado por Júlio Delgado (PSB)

Após seis adiamentos consecutivos, sobretudo devido à ausência de parlamentares do PT, a Comissão de Constituição e Justiça da Câmara rejeitou nesta terça-feira (11) recurso do deputadoAndré Vargas (sem partido-PR) contra a decisão do Conselho de Ética de recomendar sua cassação. Com a decisão, o processo por quebra de decoro parlamentar seguirá para o plenário.
A defesa de Vargas informou que deve recorrer da decisão da CCJ ao Supremo Tribunal Federal (STF). "Vamos decidir se judicializaremos a matéria, entrando com ação no Supremo ou se aguardaremos para fazer a defesa em plenário. A tendência é judicializar a matéria", disse o advogado Michel Saliba.
A votação na comissão foi simbólica, quando não são contabilizados votos, mas nove deputados, oito dos quais do PT, fizeram questão de registrar posição favorável ao recurso de Vargas: Décio Lima (PT-SC), Emiliano José (PT-BA), Francisco Chagas (PT-SP), Geraldo Simões (PT-BA), José Guimarães (PT-CE), Nelson Pellegrino (PT-BA), José Mentor (PT-SP), João Paulo Lima (PT-PE) e Marcos Medrado (SD-BA).
Se a perda do mandato for aprovada no plenário por pelo menos 257 deputados, Vargas será enquadrado na Lei da Ficha Limpa e ficará inelegível por oito anos. Ex-deputado do PT, ele tenta postergar ao máximo a conclusão do processo político no Congresso, já que, como não foi reeleito, deixará a Câmara ao final desta legislatura.
André Vargas poderá escapar das punições previstas na Lei da Ficha Limpa caso o processo por quebra de decoro não seja concluído até o final do ano. Nessa hipótese, a Mesa Diretora terá que decidir se o término do mandato inviabiliza a continuidade do processo de cassação. Técnicos da Câmara divergem quanto à possibilidade de se cassar um parlamentar que não tem mais mandato.
Denúncia
Vargas responde por quebra de decoro por ter usado um avião alugado pelo doleiro Alberto Youssef, preso pela Polícia Federal na Operação Lava Jato, da Polícia Federal. Segundo a PF, o doleiro chefiou um esquema de lavagem de dinheiro que movimentou R$ 10 bilhões. Vargas também é suspeito de ter cometido tráfico de influência ao intermediar um contrato entre o laboratório Labogen e o Ministério da Saúde.
Em agosto, o Conselho de Ética aprovou relatório do deputado Júlio Delgado (PSB-MG) que recomenda a cassação do mandato de Vargas. O deputado, então, recorreu à CCJ sob a alegação de que o processo tramitou pelo conselho de forma “açodada” e “excessivamente politizada”.
De acordo com o advogado de Vargas, Michel Saliba, o cliente não teve direito à ampla defesa e, segundo ele, o colegiado se baseou em provas ilícitas. Saliba também questionou a troca de dois integrantes do colegiado no dia da votação que aprovou o relatório que recomendava a cassação de seu cliente.
Relator
Para o relator do recurso na CCJ, deputado Sérgio Zveiter (PSD-RJ), o Conselho de Ética “assegurou os direitos e garantias constitucionais da ampla defesa, do contraditório e do devido processo legal”. O relator argumentou ainda que o órgão respeitou a Constituição Federal ao incluir as provas no processo e que não houve substituição dos deputados do conselho, e sim a indicação de parlamentares, por parte dos partidos, para cadeiras que ainda não haviam sido preenchidas.
Já deputado José Mentor (PT-SP) apresentou voto em separado acolhendo o recurso de Vargas, para determinar que o conselho analise novamente o processo por quebra de decoro contra o parlamentar do Paraná. Segundo o petista, Vargas não teve o direito de ampla defesa garantido. Segundo ele, o Conselho de Ética marcou o depoimento de parlamentar antes do término do prazo da defesa e sem que ele tivesse acesso a documentos sobre o caso enviados ao colegiado pelo Supremo Tribunal Federal (STF).

Como o deputado tem foro privilegiado, as informações da Operação Lava Jato que mencionam possível envolvimento de Vargas no esquema de lavagem de dinheiro foram enviadas ao Supremo e estão sob a relatoria do ministro Teori Zavaski, que remeteu dados ao Conselho de Ética. “O mandato de um parlamentar não pode ser descartado sumariamente, sem as garantias previstas [na legislação]”, disse José Mentor.
No entanto, a maioria da CCJ decidiu seguir o voto do relator e rejeitar o recurso de Vargas. “Entendo que não há razões para considerar que o processo foi injusto e atropelou o parlamentar. O processo se iniciou em abril”, destacou o deputado Chico Alencar (Psol-RJ).

O líder do PSB, Beto Albuquerque (RS), também defendeu a regularidade do relatório feito pelo deputado Júlio Delgado (PSB-MG) no processo que tramitou no Conselho de Ética. “Acreditamos na justeza dos atos praticados pelo deputado Júlio Delgado. Aceitar esse recurso é estar condenando o deputado Júlio Delgado sob a acusação de ter julgado sem o devido processo legal. Na realidade, quem está sendo julgado é o deputado André Vargas e não o Conselho de Ética, não o deputado Júlio Delgado”, disse.
FONTE: http://g1.globo.com/politica/noticia/2014/11/ccj-rejeita-recurso-e-processo-de-cassacao-de-vargas-vai-ao-plenario.html

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28.10.14

PSB se enfraquece em Pernambuco e neta de Arraes ganha força

Família de Eduardo Campos prometeu vitória para Aécio Neves, mas Dilma Rousseff venceu com larga margem no Estado


PSB do ex-governador Eduardo Campos fica enfraquecido em Pernambuco depois da vitória expressiva da presidenta Dilma Rousseff, no último domingo (26), no Estado. No primeiro turno, o partido comemorou a eleição de Paulo Câmara ao governo e de Fernando Bezerra ao Senado. Ambos estavam bem atrás quando Campos ainda era vivo e viraram a disputa de forma surpreendente. A derrota do PT no dia 6 foi enorme. O partido não conseguiu eleger sequer um deputado federal. Com o apoio da família Campos, Aécio Neves considerava Pernambuco um Estado fundamental para fincar um pé no Nordeste, maior reduto de Dilma. A estratégia foi fragorosamente derrotada. Dilma venceu Aécio no Estado por 71% a 29%. Em Recife, a petista alcançou 60% contra 40% do candidato tucano.

Com esse resultado, emerge uma nova líder no PSB: a vereadora recifense Marília Arraes. Também neta do ex-governador Miguel Arraes, Marília rompeu com o primo Eduardo, pouco antes de sua morte, em agosto. Ela havia se rebelado contra a indicação do novo líder da Juventude do PSB em Pernambuco, João Campos, filho de Eduardo. E retirou sua candidatura à Câmara dos Deputados pelo partido.

Marília, então, passou a apoiar Dilma e Armando Monteiro (PTB) ao governo de Pernambucano. Depois da morte de Eduardo, foi impedida por familiares do ex-governador de participar até de seu velório. Com a eleição de Paulo Câmara (PSB) ao governo, ficou isolada. Agora com a vitória de Dilma, Marília ganhou força. Foi ovacionada por petistas na festa da vitória, no Marco Zero de Recife, anteontem. Passa a ser o nome do PSB local com mais trânsito com Dilma e os petistas.

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21.10.14

PSB-BA explica por que apoia Dilma e critica PT e PSDB



Três dias após ter anunciado apoio à presidenciável Dilma Rousseff (PT), a senadora Lídice da Mata (PSB), derrotada nas eleições para o governo do Estado, publicou na página dela no facebook um texto intitulado Conclamação aos socialistas. No documento, postado na noite da última segunda-feira, 13, e assinado por ela e nomes como Luiza Erundina, Roberto Amaral e Domingos Leonelli, entre outros, é feita uma crítica tanto ao PT quanto ao PSDB, considerados "faces da mesma moeda".
"Nos governos dirigidos pelo PSDB por oito anos e pelo PT por 12, assistimos ao enfraquecimento do Estado com privatizações de setores estratégicos e arrocho salarial, embora com indiscutível estabilização da moeda. Assistimos, também, aos avanços de relevantes projetos de inclusão social. Mas, não se alteraram as práticas de uma política velha, com alianças danosas e práticas de clientelismo e corrupção", ressalta-se no texto.
A postagem recebeu inúmeros comentários com críticas e elogios. "Terceira via com o continuísmo de 12 anos do PT. Quem realmente é o PSB na Bahia ?", afirmou um dos usuários. "Senadora, você representa a verdadeira ideologia do PSB", elogiou outro.
Procurada pela reportagem, Lídice repetiu o discurso do PSB como terceira via e disse que não vê contradição em fazer as críticas e apoiar Dilma, cujo projeto é "mais próximo do campo ideológico e político do PSB". Segundo ela, a executiva estadual do PSB deu um "apoio crítico" ao PT.
"O apoio a Dilma numa eleição polarizada não nos coloca submetido ao PT e nem a Dilma. Não nos incorporamos ao PT e nem negociamos cargos. Não há incoerência. Não é um apoio de adesão ao projeto completo. É mais coerente apoiar Dilma do que Aécio", frisou.
Lídice afirmou também que integrantes do partido já estão se articulando com a direção do PT na Bahia para ver como o PSB pedirá votos para a candidata petista.
Contramão
A decisão da senadora vai de encontro a da executiva nacional do PSB e de Marina Silva que decidiram por apoiar o presidenciável Aécio Neves (PSDB). O documento que enumera "valores socialistas" é, segundo Lídice, justamente por conta do apoio dado ao peessedebista.
"Claro que achamos que a nacional está ferindo os princípios do nosso partido ao apoiar Aécio. Não creio que a candidatura dele se aproxima mais do PSB que esteve na oposição", acrescentou a senadora.
Já o documento postado, destaca que "a decisão da executiva nacional foi eleitoral e episódica e não fala para a política, a esquerda e o socialismo renovador". "Insistimos na denúncia desse dualismo e permanecemos unidos na construção de uma terceira via que ofereça ao povo efetivas condições de escolha", frisa, ainda, o texto publicado.
Racha
Os diferentes apoios dados pelo PSB criaram um racha no partido. "O PSB sai dessas eleições em pedaços e vai ser difícil juntar os cacos", postou um dos usuários da rede social. Lídice disse que ainda é cedo para traçar os novos rumos. "Todos os partidos vivem esse processo. É um jogo para frente. Ninguém tem bola de cristal. O PSB sofreu uma derrota. Reafirmamos nessa nota os valores para que o partido tenha condições de se reorganizar", destacou a senadora.

Fonte: http://atarde.uol.com.br/politica/eleicoes/noticias/1631126-psb-explica-por-que-apoia-dilma-e-critica-pt-e-psdb

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13.1.12

Planalto se alia ao PT para dar freio no PSB do Nordeste

O Palácio do Planalto passou a estudar a dedo o impacto político de medidas e nomeações do governo federal no Nordeste a fim de evitar que o PSB seja o principal partido beneficiado. Dos três Estados mais importantes da região, dois são comandos por socialistas (Ceará e Pernambuco) e um pelo PT (Bahia).

“Existe uma disputa por hegemonia entre o PT e o PSB no Nordeste”, reconhece um líder no Senado com trânsito no Planalto. Respectivamente, em Pernambuco e no Ceará, Eduardo Campos e Cid Gomes, do PSB, estão em segundo mandato. Governador na Bahia pela segunda vez, Jaques Wagner é o contraponto do PT.

Na avaliação de palacianos, também por ser presidente do nacional do PSB, Campos tem capitalizado mais iniciativas do governo federal no Nordeste do que integrantes do PT. A luz amarela do Planalto acendeu, sobretudo, depois que Campos fez uma aliança com o prefeito de São Paulo e presidente do PSD, Gilberto Kassab.

Com o seu PSD, Kassab amealhou deputados em todos os partidos (detalhe: menos no PSB) e tem a quarta maior bancada da Câmara. Para o futuro, não é descartada uma fusão entre o PSD e o PSB. “Com Kassab, Campos ganhou um braço no Sudeste para seu projeto de chegar ao comando do Palácio do Planalto, que pode ser em 2014 ou 2018”, avalia um governista.

A operação de dar um basta no avanço de Campos tem o aval da presidenta Dilma Rousseff. Alguns petistas culpam o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva pelo crescimento de Campos. “O Lula deu muita corda para o Eduardo. Agora a Dilma vai ter de dar um freio”, afirmou um deputado petista da corrente majoritária Construindo um Novo Brasil (CNB).

A vitória da mãe

O maior exemplo foi a eleição da deputada Ana Arraes (PSB-PE), mãe de Campos, como ministra do Tribunal de Contas da União (TCU). Apesar da presença de Aldo Rebelo, seu ex-ministro de Articulação Política, Lula declarou voto em Ana Arraes. A maioria do PT paulista, porém, votou no deputado comunista, que hoje é ministro do Esporte.

Ainda no ano passado, Dilma retardou ao máximo a nomeação de indicados do PSB em cargos de estatais no Nordeste. Em dezembro, saiu finalmente a nomeação de João Bosco de Almeida para a presidência da Companhia Hidro Elétrica do Nordeste (Chesf). A presidenta também não postergou a reestruturação da Superintendência de Desenvolvimento do Nordeste.

Apesar do “freio” de Dilma, petistas têm se preocupado em não transformar Campos em adversário. “No fundo, no fundo existe uma disputa, mas ela é natural. Afinal de contas, os oito anos de governo Lula acabaram com as oligarquias, com o jeito antigo de fazer política. E o PT e o PSB se fortaleceram”, afirma o deputado José Nobre Guimarães (PT-CE).

A preocupação é com 2014, mas já em 2012 a disputa entre socialistas e petistas poderá ocorrer. Em Fortaleza, ainda não há acordo entre a prefeita Luizianne Lins e o governador cearense Cid Gomes (PSB) lançarem um candidato único.

Em Recife, o ministro da Integração Nacional, Fernando Bezerra Coelho (PSB), ainda é opção para concorrer contra a reeleição do prefeito João da Costa (PT), cuja candidatura é questionada ainda dentro do seu próprio partido.

Costa enfrenta a concorrência do ex-prefeito João Paulo (PT). Outra opção é o senador Humberto Costa (PT-PE). Deputado federal licenciado e secretário de governo do Estado de Pernambuco, Maurício Rands.

Na semana passada, o Planalto tentou demonstrar solidariedade em meio à crise envolvendo Fernando Coelho, acusado de prestigiar parentes e aliados políticos com verbas da Integração. No entanto, durante a sessão do Congresso na qual foi ouvido, o PMDB saiu mais em defesa de Coelho do que o PT.
Fonte: Ultimo segundo/ politica http://ultimosegundo.ig.com.br/politica/planalto-se-alia-ao-pt-para-dar-freio-no-psb-do-nordeste/n1597574713520.html

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2.5.11

PMDB anuncia filiação e candidatura a prefeito de Gabriel Chalita

O deputado federal Gabriel Chalita (PSB-SP) deve migrar para o PMDB no dia 28 de maio, segundo o líder do partido na Câmara, Henrique Eduardo Alves (RN). O peemedebista participou, nesta quarta-feira (27), de reunião com Chalita e o vice-presidente, Michel Temer, para fechar os últimos detalhes da filiação.
Temer, presidente licenciado do PMDB, ofereceu a Chalita o apoio à candidatura para a Prefeitura de São Paulo, em 2012, e o controle do diretório da capital paulista. O atual presidente do diretório, Bebeto Haddad, deixará o cargo até terça-feira, quando assumirá a Secretaria Municipal de Esportes da gestão Gilberto Kassab.

O líder do PMDB na Câmara anunciou a “agenda” do partido em sua página na internet e no twitter. Chalita, por meio de sua assessoria, não confirmou nem negou a informação. Segundo seus assessores, "ele ainda não definiu o que fará". Peemedebistas apoiam a entrada de Chalita, mas mostram desconforto quando à possibilidade de um "novato" comandar o partido na capital.

"A transferência de comando não é automática. Isso seria uma intervenção nacional em São Paulo", comentou Haddad. "Tradicionalmente há disputa pelo diretório", disse. Chalita procurou Haddad ainda na terça, após o encontro com Temer. O PSB já avisou a Chalita que pedirá seu mandato se ele migrar.

Já o PT vê com bons olhos a migração de Chalita ao PMDB e prevê uma aliança em eventual segundo turno na disputa pela capital, em 2012. Petistas analisam que o parlamentar ajudará a desidratar o candidato do PSDB, por ter um perfil mais próximo ao dos tucanos. Ex-integrante do PSDB, Chalita foi secretário na gestão anterior do governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB).

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1.5.10

PSB é um satélite do PT

Com a decisão do PSB de detonar o projeto da candidatura do deputado federal Ciro Gomes, a eleição deverá ser plebiscitária. A candidatura da senadora Marina Silva ficou prejudicada. Marina pode não conseguir aliados para reforçar o PV e ficará sozinha na selva eleitoral. Se conquistar poucos votos, não influirá num eventual segundo turno. A eleição deste ano pode ser concluída no primeiro turno com a vitória de petista Dilma ou do tucano Serra.

A decisão do PSB de descartar Ciro Gomes não favoreceu Dilma porque uma parte dos socialistas pode bandear-se para Marina, outra para Dilma e os inconformados ameaçam cruzar os braços ou optar pelo imprevisível. Para o presidente do DEM, deputado Rodrigo Maia, “a decisão (do PSB) favorece à candidatura de José Serra”. Uma eleição de contraponto como quer o presidente Lula será conduzida na base de “nós ou eles”. Assim não tem sentido comparar hoje o passado governo do tucano Fernando Henrique com o do presente do Presidente Lula.

Hoje não é ontem. A tendência da população, principalmente dos jovens, é optar pelo futuro. Levará vantagem o candidato (a) que melhor acenar para o futuro, com ideias novas, programas definidos e propostas para modernizar o Brasil. Dilma ou Serra deverá empolgar o eleitorado nacional no decorrer da próxima campanha eleitoral. Quem melhor anunciar o peixe venderá o produto. Na eleição deste ano, os votos dos jovens podem ser decisivos.

Neutralidade

No PP, uma parcela dos líderes nacionais defende uma posição de neutralidade, a fim de facilitar a montagem de alianças regionais para eleger governadores e aumentar a bancada de deputados federais e a de deputados estaduais. O PP parece mais interessado na representação que possa conquistar no Congresso e nas Assembleias dos Estados.

Rebeliões

O governo já percebeu as rebeliões que nascem nos partidos aliados e reagiu. No começo desta semana começou a liberar recursos federais para bancar emendas de parlamentares aliados. Cada deputado de legenda da Base Aliada ao Governo espera receber, pelo menos, R$ 3 milhões em emendas parlamentares atrasadas que o Governo segurou.

Dura realidade

O cenário pré-eleitoral está na base de “salve-se quem puder”. No começo desta semana, o deputado Antônio Cruz (PP-MS) disse sem medo de errar: "Não morremos de amor por ninguém; vamos ver o que é melhor para o projeto do partido e isso vale nas parcerias estaduais e no acerto nacional". Em política não há almoço de graça. Podem crer.

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