Dilma deveria pedir perdão aos brasileiros, diz presidente do PSB
O presidente nacional do PSB, Carlos Siqueira, afirmou nesta quinta-feira (10) que a presidente Dilma Rousseff deveria pedir perdão aos brasileiros pelos "erros cometidos" e pela "profunda crise" que causou no País. Siqueira afirmou que a "condução desastrosa" do governo na economia e a crise política provocaram a retirada do selo de bom pagador do Brasil pela agência de classificação de risco Standard & Poor's (S&P).
"O governo não demonstrou aos agentes econômicos nenhuma segurança nas medidas que deveriam já ter sido adotadas para iniciar a superação da crise, não acerta no âmbito da política, não tem uma base capaz de lhe dar algum nível de solidez e isso levou o País a essa desastrosa situação, o que agrava enormemente a situação econômica, mas também a situação política", disse, de acordo com nota do partido."Ela deve um pedido de desculpa aos brasileiros e brasileiras, e até mais, um pedido de perdão pelos erros e pela profunda crise política e econômica que provocou em nosso País", disse. Siqueira recordou que a subida do País para grau de investimento, em 2008, foi celebrada pelo então presidente Luiz Inácio Lula da Silva."Quando o Brasil ganhou o grau de investimento ele disse: agora, o Brasil é um País sério. O que diria o presidente Lula agora, com a desastrosa situação em que o governo do seu partido, o PT, colocou o nosso país?", pergunta. "Esses impostos são para penalizar as classes mais pobres e a classe média. Será que são essas classes que vão ter que pagar pelo rombo provocado pelo governo?", questiona.Em Buenos Aires, Lula disse nesta quinta-feira, 10, que o corte da nota brasileira pela Standard & Poor's "não significa nada". "Significa que apenas a gente não pode fazer o que eles querem. A gente tem que fazer o que a gente quer", destacou. O ex-presidente, que participa do 3.º Congresso Internacional de Responsabilidade, disse "achar muito engraçado" que a agência de risco tenha tomado essa decisão e criticou que essas agências não usam os mesmos critérios para "países quebrados da Europa".
FONTE:
http://noticias.ne10.uol.com.br/politica/noticia/2015/09/10/dilma-deveria-pedir-perdao-aos-brasileiros-diz-presidente-do-psb-567808.phpMarcadores: CARLOS SIQUEIRA, Dilma, perdão, presidente, PSB
PSB diz que vai apoiar próximas manifestações
As lideranças nacionais do PSB se mostraram, ontem, uníssonas na defesa das manifestações de rua contra o governo petista, previstas para ocorrer no próximo domingo. “A militância está liberada. Eu acho que essa é uma marcha da sociedade, e ela está mobilizada independentemente dos partidos. A militância do PSB está liberada para ir à rua fazer o protesto que achar que deve fazer, como deve fazer e onde deve fazer”, declarou o presidente do PSB nacional, Carlos Siqueira. Encontrou coro em tucanos, que também afirmaram apoiar o protesto. “Somos totalmente favoráveis às manifestações. Quando a população vai às ruas, quem ganha é a democracia. Então é importante manifestar a insatisfação com a corrupção”, completou o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin.
Para integrantes do PSDB, a voz que ecoar das ruas no domingo será uma espécie de termômetro capaz de ajudar a definir os próximos passos, principalmente no que diz respeito ao discurso sobre impeachment e renúncia da presidente Dilma Rousseff (PT). O presidente nacional da sigla, Aécio Neves, ainda não decidiu se irá, mas, pelo menos por enquanto, mantém a cautela, que chegou a ser criticada internamente, ao falar das possibilidades de saída da presidente Dilma Rousseff (PT) do cargo. “Não cabe ao PSDB escolher o desfecho para essa crise, até porque as alternativas colocadas (impeachment e renúncia) não dependem do PSDB”, disse. Aécio, entretanto, tem falado ultimamente sobre vias para uma nova eleição.
Siqueira também preferiu um tom mais ameno ao tratar o assunto. “Novas eleições só poderão haver se o STF (Supremo Tribunal Federal) anular a chapa que venceu em 2014, e nós não queremos falar sob hipótese. Há um processo que será julgado nas próximas semanas e as instâncias da Justiça devem ser respeitadas por todo brasileiro”, acrescentou. Da mesma forma, o vice-governador de São Paulo, Márcio França, afirmou não ver “um quadro maduro para qualquer tipo de intervenção” contra a presidente. O governador de Pernambuco, Paulo Câmara (PSB), lembrou que os governadores já demonstraram, no último encontro, “total apoio para unir o Brasil em favor de encontrar alternativas”. “Cabe ao governo federal encontrar essas alternativas”.
FONTE:
http://www.diariodepernambuco.com.br/app/noticia/politica/2015/08/11/interna_politica,591670/psb-diz-que-vai-apoiar-proximas-manifestacoes.shtmlMarcadores: 16 de agosto, CARLOS SIQUEIRA, Dilma, Impeachment, manifestações, PSB, PT
Câmara confirma que irá à reunião com Dilma
O governador de Pernambuco, Paulo Câmara (PSB), confirmou a sua participação na reunião que a presidente Dilma Rousseff pretende realizar com os gestores estaduais de todo o país para discutir a governabilidade, além de temas de interesse comum, como a reforma do Imposto sobre Circulação de Mercadorias de Bens e Serviços (ICMS). Apesar da aparente boa vontade para dialogar , interlocutores dizem que a ida do socialista será feita meio que a contragosto, uma vez que os pleitos pernambucanos junto ao Governo Federal não costumam ser atendidos pelo Planalto.
"A reunião foi noticiada, mas oficialmente a gente ainda não recebeu o convite. Mas iremos. Tenho muita ciência do momento que o Brasil está passando, de todas as dificuldades. Já disse à presidente e repito: a gente quer ajudar o Brasil a voltar a crescer", disse Paulo Câmara. O socialista, juntamente com os demais governadores do Nordeste, assinou um manifesto contrário à possibilidade do impeachment da presidente Dilma.
"As pautas a gente já levou e quer ter respostas que possam dar previsibilidade de planejamento as nossas ações. O momento de retração econômica é muito ruim, afeta o emprego, o incremento das receitas e a confiança. O Brasil precisa ter realmente uma virada", falou.
Apesar da defesa do mandato da presidente, nos bastidores Câmara tem demonstrado sua insatisfação com o tratamento dispensado pelo Planalto, que tem protelado ou mesmo se recusado a atender diversos pleitos de interesse do Estado. Segundo interlocutores, neste sentido ele teria pouco a ganhar comparecendo à reunião. O governador, porém, tem procurado minimizar a situação. "Não tive nenhuma dificuldade junto ao governo em ser atendido, em levar as questões que interessam a Pernambuco", disse.
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PSB apoia Aécio, porém mostra simpatia por Dilma
inhados às orientações do partido em níveis nacional e estadual, os diretórios do PSB no Grande ABC indicaram apoio ao candidato à Presidência da República Aécio Neves (PSDB). Porém, em Diadema e Mauá, a adesão ao tucano foi firmada com pesar, já que dirigentes não escondem que a preferência era pela presidente Dilma Rousseff, candidata do PT à reeleição.
O presidente da legenda em Diadema, Manoel José da Silva, o Adelson, disse estar respeitando as orientações do PSB, porém, revelou ser simpatizante de Dilma. “Nunca desacatei a posição do partido. Minha preferência pessoal, sem dúvida, é a Dilma, mas estou apoiando o Aécio. Sou político partidário, tem de respeitar a sua casa”, afirmou Adelson, concluindo que não vai influenciar na decisão de seus correligionários. “Não vou punir nenhum militante do PSB que apoie Dilma, até por contexto histórico. O PSB, junto com o ex-presidente Lula, ajudou a mudar o País.”Perguntado se iria seguir a suas preferências e votar na petista, o presidente do PSB em Diadema desconversou. “Não é porque gosto da minha mãe que vou votar nela.”
Outro que não parece ter gostado da decisão do PSB foi o presidente da legenda em Mauá, Carlos Wilson Tomaz. Ele é secretário municipal de Segurança Pública do governo mauaense de Donisete Braga (PT), que apoia Dilma. “Estamos seguindo as instruções dos diretórios nacional e estadual”, se resumiu.
Perguntado se não seria contraditório estar trabalhando em um governo petista, da base de Dilma, e apoiando Aécio, Tomaz se sentiu desconfortável e apenas falou que os fatos “são coisas diferentes”.
Nos dois maiores colégios eleitorais do Grande ABC, o PSB aderiu integralmente à campanha de Aécio.
Em São Bernardo, o vereador Antonio Cabrera (PSB), vestiu a camisa do tucano e embarcou na campanha. “Já estive com o governador Geraldo Alckmin (PSDB) fazendo campanha para o Aécio (ato ocorrido no domingo, no Jardim Silvina, em São Bernardo). Estou respeitando o partido e, ao mesmotempo, apoiando a nossa região, que mostrou estar querendo mudanças. Acho importante ter alternância no poder. Sem falar mal de ninguém, mas é sempre bom mudar”, opinou.
Já em Santo André, o vereador Almir Cicote (PSB), que foi candidato a deputado estadual, já havia demonstrado que faria oposição a Dilma Rousseff (PT) logo depois do primeiro turno. À ocasião, Cicote, falou que não daria para apoiar quem “usou de todos os tipos de baixarias para atacar a candidata (à Presidência da República) Marina (Silva, PSB) e que durante o processo eleitoral em Santo André o castigou tanto”.
Fonte: http://www.dgabc.com.br/Noticia/1011133/psb-apoia-aecio-porem-mostra-simpatia-por-dilma?referencia=minuto-a-minuto-topo
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Gestão do PSB é a melhor avaliada
Possível adversário da presidente Dilma Rousseff nas eleições de 2014, o governador de Pernambuco, Eduardo Campos (PSB), é o melhor avaliado com 58% de “ótimo e bom”, segundo a pesquisa divulgada nesta quinta-feira (25) pela Confederação Nacional da Indústria (CNI). Sérgio Cabral (PMDB), do Rio, tem menor popularidade entre os 11 governadores avaliados em todo o país. Campos também é o que inspira mais confiança: 68%. Depois de Eduardo Campos, a melhor avaliação foi para o governador do Paraná, Beto Richa (PSDB), com 41%. Em seguida, ficaram o do Ceará, Cid Gomes (PSB), com 40%; e o de Minas Gerais, Antônio Anastasia (PSDB), com aprovação de 36%.
O Governo liderado por Raimundo Colombo (PSD), em Santa Catarina, obteve 30% de avaliação “ótima e boa”; seguido pelo do Espírito Santo, de Renato Casagrande (PSB), com 29%; e o da Bahia, do petista Jaques Wagner, com 28%. O tucano Geraldo Alckimin, em São Paulo, recebeu apenas 26% de avaliações “ótima e boa”; e o petista Tarso Genro, no Rio Grande do Sul, ficou com 25%. A gestão do tucano Marconi Perillo, em Goiás, ficou em penúltimo lugar na pesquisa, com aprovação de 21%. O Governo Silval Barbosa (PMDB), de Mato Grosso, não foi avaliado pela pesquisa
Fonte:http://www.midianews.com.br
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