PSB e Rede podem repetir dobradinhas em 2016
A dobradinha entre o PSB e a Rede Sustentabilidade poderá acontecer novamente nas eleições municipais de 2016, mas, desta vez, cada um ficará em seus respectivos partidos. Com a criação da Rede, legenda fundada pela ex-senadora Marina Silva, a maioria dos membros que ingressaram no PSB desde as vésperas das eleições presidenciais de 2014 já começaram a migrar para a nova sigla.
Entre os que pediram desfiliação do PSB está a própria Marina Silva. A ex-candidata à Presidência da República, que substituiu o então candidato Eduardo Campos (PSB), morto em um acidente aéreo em junho do ano passado, entregou uma carta de desfiliação e agradeceu ao PSB por ter sido recebida depois que o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) negou o registro à Rede em 2013.
Marina lembrou que, apesar disso, o ex-governador de Pernambuco reconheceu a Rede como um partido político. “Vocês possibilitaram a nós ter uma inserção política na conjuntura nacional como um partido político sem ser um partido político. Fizeram uma aliança conosco sem que tivéssemos como aportar sequer um segundo de televisão ou qualquer estrutura, que não tínhamos, mas em torno de ideias e de um programa”, disse ontem, em encontro com a direção nacional do PSB, em Brasília. Para Marina, a história vai registrar a aliança com os socialistas como a inauguração de um novo momento na política brasileira, “que está precisando tanto de forças políticas que se unem não em torno da discussão de pedaços do Estado, de estruturas, mas principalmente de postura, de ideias inovadoras”.
Por conta disso, a dobradinha, principalmente nas cidades do interior, devem se repetir. Na Bahia, os dois partidos podem unir-se, mas quando o assunto é a disputa em Salvador, as duas legendas não falam a mesma língua. “Ficamos felizes que a Rede conseguiu o seu registro. Temos muita amizade e claro que o PSB quer parcerias com a Rede e com outros partidos”, afirmou, em entrevista ao site Bahia Notícias.
Já o representante da Rede no estado e membro da executiva nacional da sigla, Júlio Rocha, informou que o arco de alianças do partido ainda será definido em convenção estadual e nacional. “Nós queremos candidaturas próprias, mas só vamos decidir no encontro estadual de outubro. O leque de alianças será definido no congresso nacional”, disse em entrevista . Segundo Rocha, até a formalização do partido, a Rede contava com 500 filiados. O dirigente informou que desde que oficializou a criação do novo partido, mas de 300 vereadores em toda a Bahia já solicitaram filiação. “Isso preocupa porque não queremos que as pessoas entrem na Rede, mas a Rede entre nas pessoas. Só vamos autorizar pedidos de filiação quando exista identidade e programa de concepção com a Rede”, alertou.
Jovem pode ser candidato do PSOL em Salvador
Com o término das cinco plenárias municipais que antecedem o congresso municipal, previsto para ocorrer entre 13 e 14 de novembro, o PSOL já diz ter uma perspectiva em relação à candidatura do partido para disputar a Prefeitura de Salvador nas eleições de 2016. A disputa ao Palácio Thomé de Souza, provavelmente, será marcada pelo surgimento de uma nova liderança do Partido Socialismo e Liberdade. O processo eleitoral interno da sigla deverá apontar o nome do sociólogo e professor da UNEB Fábio Nogueira como a nova aposta para entrar no páreo pela Prefeitura de Salvador.
Fábio Nogueira tem 37 anos, é negro, possui mestrado pela Universidade Federal Fluminense e, atualmente, é doutourando de Sociologia da USP. “A candidatura do PSOL tem o compromisso com a defesa dos valores culturais negros de origem africana. É importante termos mais candidaturas negras, independente de quem vai ser o candidato, precisamos ter mais negros ocupando espaços de poder.
Devemos valorizar o legado histórico, cultural e simbólico da população negra”, destaca Fábio Nogueira, provável pré-candidato e integrante do Coletivo Rosa Zumbi, corrente interna do PSOL. Nogueira destaca ainda que o PSOL sempre se apresentou nas eleições com ênfase nas pautas que são de interesse da população mais pobre da cidade. Para ele, Salvador precisa de uma alternativa de esquerda que tenha como objetivo fazer uma gestão com foco na população mais carente. O sociólogo cita como exemplo a elevada quantidade de pessoas que morreram durante as enchentes. “Algo que poderia ter sido evitado se ACM Neto e os gestores anteriores tivessem uma verdadeira preocupação com as famílias das periferias”, questiona.
FONTE:
http://www.tribunadabahia.com.br/2015/09/26/psb-rede-podem-repetir-dobradinhas-em-2016Marcadores: eleições 2016, PSB, Rede Sustentabilidade
Paulo Paim conversa com PSB, Rede e PV e pode deixar o PT até o final do ano
Insatisfeito com o PT desde a campanha eleitoral do ano passado, o senador Paulo Paim (RS) vem sinalizando a possibilidade de deixar a legenda e, consequentemente, tem atraído a atenção de outros partidos. O assédio aumentou com o desconforto manifestado pelo político gaúcho em relação às medidas provisórias que dificultaram o acesso a benefícios trabalhistas em prol do ajuste fiscal. Em entrevista ao Broadcast Político, serviço de notícias em tempo real da Agência Estado, Paim afirmou que está mais próximo de PSB, PV e Rede, mas que a permanência no PT não está descartada. A decisão sobre uma eventual troca de sigla se dará até o final de 2015.
"Tenho dito que até o fim do ano muita coisa vai acontecer na nova acomodação política do País mediante a situação em que estamos, que não é boa nem no campo político, nem no social nem no econômico. E eu, particularmente, estou muito chateado com a política capitaneada pelo (ministro da Fazenda) Joaquim Levy", afirmou. "Pedi (aos partidos) um prazo até o fim do ano."
Paim explicou que atualmente está "dialogando, ouvindo e refletindo". Nesta terça-feira, 9, tinha um almoço com lideranças do PSB em Brasília que acabou cancelado por problemas de agenda - o senador esteve ontem em Florianópolis para uma audiência pública sobre terceirização e fator previdenciário e, de acordo com sua assessoria, não chegaria a tempo do encontro. O contato com os socialistas, no entanto, ocorre há meses. Recentemente, Paim teve um "longo" e "produtivo" bate-papo com Romário (SB-RJ), seu colega no Senado.
As conversas com a Rede também são frequentes. "Uns 14 dirigentes da Rede estiveram dialogando comigo. Estou numa linha de apontar para algo que seja uma visão nova, moderna, uma estrutura que tenha compromisso com os direitos humanos e com o ecossistema. Uma visão diferente daqueles partidos tradicionais, dos quais eu acho que o brasileiro já cansou", disse o parlamentar gaúcho. A ex-senadora Marina Silva, principal liderança do partido em formação, convidou-o para um almoço nesta quinta-feira.
Na semana passada, Paim recebeu o convite formal para se filiar ao PV do Rio Grande do Sul, com o qual também se identifica. "É um partido que, em tese, é novo, e que trabalha com o meio ambiente e o direito à vida. Tem esse viés humanista que me é simpático", afirmou.
Apesar de reconhecer que PSB, Rede e PV são as legendas com as quais tem conversado "mais intensamente", Paim deixa claro que seu futuro político está em aberto. Ele lembra que mantém contato com outras siglas, como o PDT, e esclarece que nenhuma decisão será tomada antes de aprofundar o diálogo com o próprio PT, ao qual está filiado há 30 anos.
De acordo com o Paim, o "desejo de mudança" é compartilhado com colegas de partido e já foi tema de conversas com o ex-presidente Lula. "Não sou só eu que estou propondo mudanças. O Tarso Genro está propondo, o Olívio Dutra está propondo, a bancada está propondo. Quero ver o que é possível construir ou não", falou.
Prazo
Paim tomará uma decisão ainda em 2015 porque pretende ter participação nas eleições municipais de 2016. "Não sou de ficar fora de uma disputa, a não ser que não queiram que eu entre", avisou o senador, que descarta, contudo, a possibilidade de concorrer à prefeitura de Porto Alegre. "Não sou candidato em hipótese nenhuma. Mas acho que você não pode se omitir de uma disputa em prol de um projeto em que você acredita, e que passa também pelas eleições municipais."
Paim é um dos principais críticos ao modelo de ajuste fiscal que vem sendo implementado pelo governo. No último dia 26, foi um dos três senadores petistas - ao lado de Lindbergh Farias (PT-RJ) e de Walter Pinheiro (PT-BA) - que votaram contra a MP 665, que restringe o acesso a benefícios trabalhistas como seguro-desemprego e abono salarial. No dia seguinte, acompanhou a bancada votando a favor da MP 664, que altera benefícios previdenciários, mas o fez somente porque o texto incluía a flexibilização do cálculo para aposentadoria integral, o chamado fator previdenciário.
Para o parlamentar, o fato de o governo "ter recuado bastante" no conteúdo das duas MPs permitiu que ele permanecesse no partido este ano. Um eventual veto da presidente Dilma Rousseff à emenda do fator previdenciário poderia ser decisivo na escolha do senador. "Se ela vetar, vamos trabalhar com unhas e dentes para derrubar o veto de qualquer jeito no Congresso. Aí, o confronto vai ser inevitável", resumiu.
FONTE:
http://www.folhavitoria.com.br/politica/noticia/2015/06/paulo-paim-conversa-com-psb-rede-e-pv-e-pode-deixar-o-pt-ate-o-final-do-ano.htmlMarcadores: Paulo Paim, PSB, PT, PV, Rede Sustentabilidade
Marina Silva não quer sair do PSB
Candidata derrotada nas eleições presidenciais de 2014, Marina Silva fincou os dois pés no PSB. Sem a legitimidade da Rede Sustentabilidade, seu partido, que ainda precisa fechar a conta com 500 mil filiados para ser oficializado, Marina decidiu continuar na legenda de Márcio França (vice-governador de São Paulo) e do deputado federal Júlio Delgado (MG) até segunda ordem.
Na última quarta-feira (15.04), a ex-senadora se reuniu com lideranças do PSB (depois de um tour no Congresso, o primeiro feito por ela neste ano) e confidenciou que não vê problemas em continuar na legenda à qual se filiou para a disputa presidencial.
Marina esperava ter a aprovação da Rede até o fim de abril, o que até agora não se confirmou. "Rede e PSB são como irmão siameses. Enquanto a Rede é embalada, você é nossa companheira", teria dito no encontro um dos caciques do PSB.
Para o PSB, a permanência de Marina não é um problema por enquanto. Ao contrário. Se ficar, a ex-senadora pode trazer mais visibilidade ao partido. Mas um dos líderes do PSB avisa: "Marina não é nossa candidata em 2018".
FONTE:
http://www.tribunadabahia.com.br/2015/04/19/marina-silva-nao-quer-sair-do-psbMarcadores: Marina Silva, PSB, Rede Sustentabilidade
Marina tenta estruturar terceira via para a próxima sucessão
A ex-ministra do Meio Ambiente, Marina Silva, deve manter-se, nos
próximos quatro anos, como nome natural da terceira via política, com
discurso de alternativa a PT e PSDB. Mas a forma como ela foi derrotada
na eleição presidencial do ano passado, após duros embates com a
presidente Dilma Rousseff, poderá dificultar uma nova candidatura
competitiva à Presidência em 2018.
"Se a gente olhar por um
lado, a Marina teve mais votos agora do que em 2010, mas a maneira como
ela foi derrotada desta vez compromete muito mais o futuro próximo
dela", avalia o cientista político Cláudio Couto, professor da Fundação
Getúlio Vargas (FGV-SP).
Alçada a candidata favorita após a
morte do cabeça da chapa do PSB, o ex-governador de Pernambuco Eduardo
Campos, em um acidente aéreo em agosto, Marina viu sua candidatura à
Presidência desidratar-se após uma série de ataques do PT e de
sucessivos erros cometidos durante a campanha. Ela, que havia chegado a
dividir a liderança com Dilma, terminou o 1.º turno em terceiro lugar,
com pouco mais de 21 milhões de votos.
Rede. Para
continuar no páreo, Marina terá como primeiro desafio formalizar a
criação do seu novo partido, a Rede Sustentabilidade. A militância já
voltou a recolher assinaturas para criar a sigla, depois da tentativa
frustrada do ano passado.
Se tudo ocorrer como planejado, a
ex-ministra desembarca do PSB nos próximos meses, após a Rede conseguir
o registro na Justiça Eleitoral. O grupo sofreu baixas após as
eleições, mas tenta se reorganizar e não abandonou o sonho de ser o
representante da "nova política". Essa imagem, porém, foi arranhada
depois de a ex-ministra decidir apoiar o tucano Aécio Neves no 2.º turno
da eleição.
Partido. Diante da perda do seu grande líder e
com a saída de Marina, o PSB também trabalha para não perder o
protagonismo que teve no pleito passado. A ideia é transformar o partido
em uma alternativa de terceira via. Apesar de a sigla também ter
apoiado Aécio no 2.º turno, o PSB começou a se afastar do PSDB e promete
fazer uma "oposição de esquerda" contra o governo Dilma, do qual fez
parte durante quase todo o primeiro mandato.
No mês
passado, o partido se juntou com o PPS, o PV e o Solidariedade para
formar um bloco parlamentar que atuará na Câmara e que deverá ser a
segunda maior força da Casa nesta nova legislatura. O grupo não descarta
a possibilidade de uma fusão no futuro, para a criação de uma única
legenda mais fortalecida.
Também faz parte da estratégia
do PSB o lançamento da candidatura do deputado Júlio Delgado para a
presidência da Câmara, em fevereiro, a fim de marcar a posição de
independência. O líder do PMDB, Eduardo Cunha (RJ), e o deputado Arlindo
Chinaglia (PT), são os candidatos lançados até o momento.
O
PSB planeja ainda transformar o deputado Beto Albuquerque (PSB-RS), que
foi candidato a vice na chapa de Marina, em uma liderança nacional. Sem
mandato, ele recusou um cargo no governo do Rio Grande do Sul para
ficar em Brasília e ajudar a articular a atuação do PSB na oposição. As
informações são do jornal
O Estado de S. Paulo.
FONTE:
http://www.jornalacidade.com.br/politica/NOT,0,1778,1022199,Marina+tenta+estruturar+terceira+via+para+a+proxima+sucessao.aspxMarcadores: Beto Albuquerque, Eleições 2018, Marina Silva, PSB, Rede Sustentabilidade
Beto diz que PSB vai manter diálogo com Marina
O
deputado federal Beto Albuquerque voltou a dizer que o PSB vê com
naturalidade a intenção de Marina Silva de retomar o processo de criação
da Rede Sustentabilidade, mas evitou sinalizar se os dois grupos podem
se unir em uma possível aliança política para 2018. "O tempo de sair (do
PSB) é dela, não temos problema com relação a isso", falou. "A opinião
da Marina sobre o governo federal é importante, ela também é uma voz de
oposição independente, estando na Rede ou no PSB. Vamos manter um
diálogo, mas, se o caminho será o mesmo lá na frente, ainda não dá para
afirmar." Ele também brincou ao dizer que estaria honrado em ser um
"filiado honorário" da Rede, como sugeriu Marina recentemente, mas que
só concorre, para valer, pelo PSB.
Beto, que deixará o Congresso em janeiro, convocou a imprensa na
tarde desta segunda-feira na capital gaúcha para anunciar que não
participará diretamente do governo de José Ivo Sartori (PMDB) no Rio
Grande do Sul, como chegou a ser cogitado nos bastidores de ambos os
partidos. De acordo com o deputado, sua decisão se baseia na certeza de
que sua prioridade, neste momento, é fazer oposição ao governo de Dilma
Rousseff em Brasília, mesmo sem mandato. "Embora não tenha mais posto e
cargo, continuarei sendo um militante partidário em nível nacional",
disse o gaúcho, que é vice-presidente nacional do PSB.
Na entrevista coletiva, Beto ainda afirmou que aproveitará o ano de
2015 para estudar inglês e fazer um MBA em administração pública. Além
disso, estará à frente - junto com o presidente do partido, Carlos
Siqueira, e com governador do Espírito Santo, Renato Casagrande -, de
uma equipe de trabalho que irá preparar o PSB para as eleições
municipais de 2016."Temos pelo menos dez capitais brasileiras onde podemos disputar a
eleição com chance de vitória em 2016", disse. Segundo ele, o PSB
tentará apresentar candidaturas no maior número possível de cidades para
aumentar a base política do partido e chegar a 2018 novamente em
condições de disputar a eleição presidencial. Embora tenha deixado claro
que sua prioridade, no momento, é o cenário político nacional, Beto não
descartou concorrer ao governo gaúcho em 2018. "Acho que me sentiria
confortável, sim."
FONTE:
http://www.dgabc.com.br/Noticia/1090749/beto-diz-que-psb-vai-manter-dialogo-com-marina?referencia=minuto-a-minuto-topo
Marcadores: Beto Albuquerque, diálogo partidário, filiado honorário, Marina Silva, PSB, Rede Sustentabilidade
Marina diz que Beto Albuquerque será filiado honorário da Rede
A ex-candidata à Presidência da República, Marina Silva (PSB), afirmou
em discurso à militância da Rede Sustentabilidade em São Paulo que o
partido surge em um momento de crise civilizatória no Brasil e no mundo.
"Vivemos uma crise social, econômica, de valores (...) que eu chamo de
crise civilizatória", disse em discurso a cerca de cem militantes.
Marina
afirmou que planeja que Beto Albuquerque (PSB-RS), ex-candidato a
vice-presidente em sua chapa, se torne filiado honorário da Rede quando o
partido for legalizado. "Era o meu desejo com o Eduardo Campos. Assim
como eu desejo ser filiada honorária do PSB, depois da formalização do
partido", disse.
Marina chegou às 16h10 no evento de motivação do
partido, marcado para as 13h30 na sede estadual da Rede no bairro da
Liberdade. Assim que chegou, ouviu uma música sobre a Rede
Sustentabilidade, composta por uma militante e, depois, um poema de
outro militante. No fim de seu discurso, Marina também declamou um poema
em que dizia "canta alma moída", em referência direta à dura campanha
eleitoral em que, segundo Marina: "Fomos desconstruídos". "Não gostaria
de estar no lugar de quem disse que eu iria acabar com o Bolsa Família,
com o Minha Casa, Minha Vida", afirmou.
Marina saiu da sede da
Rede depois de fazer fotos com os militantes e se recusou a falar com a
imprensa. Sua assessoria informou que ela só concederá entrevistas em
janeiro.
FONTE:
http://www.diariodepernambuco.com.br/app/noticia/politica/2014/12/06/interna_politica,547601/marina-diz-que-beto-albuquerque-sera-filiado-honorario-da-rede.shtml
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Rede Sustentabilidade será oposição independente, junto com o PSB
Em reportagem desta segunda, dia 24, a revista Carta Capital aborda a oficialização da Rede Sustentabilidade, partido fundado pela ex-senadora Marina Silva, que foi candidata a presidente da república em 2014, quando esteve abrigada no PSB.
A revista afirma que a REDE deverá manter sua relação de proximidade, construída através da última campanha presidencial.
Para o ex-deputado Walter Feldman, dirigente do novo partido, assim como o PSB, a REDE fará uma oposição independente, o que, em suas palavras, significa "[...] fazer acompanhamento crítico da área econômica, política, social, mas
não a ferro e fogo. Não somos movidos pela ânsia pelo poder. Estamos
oposição”
O deputado explicou ainda que o novo partido defende uma reforma política, mas diferente da defendida pelo PT. "Que a reforma política tenha um conteúdo consistente, com discussões
sobre financiamento de campanha e coligações proporcionais. Totalmente
diferente do PT", disse o dirigente partidário.
FONTE:
http://www.cartacapital.com.br/blogs/parlatorio/rede-sustentabilidade-sera-201coposicao-independente201d-com-o-psb-7896.htmlMarcadores: Marina Silva, PSB, Rede Sustentabilidade, reforma política, Walter Feldman