Morto em 2014, Campos é homenageado no carnaval de Olinda
O ex-governador de Pernambuco
Eduardo Campos (1965-2014), morto em um acidente aéreo no dia 13 de agosto do ano passado, foi homenageado nas loas dos maracatus rurais na Cidade Tabajara, em Olinda (PE).
Além de Campos, o escritor e dramaturgo Ariano Suassuna também foi lembrado (1927-2014).
"Eduardo Campos foi um grande incentivador da cultura popular, junto com Ariano Suassuna. Ele deu força e uma nova dimensão ao maracatu", afirmou Pedro Salustiano, filho de Mestre Salu, e organizador do encontro.
"Tivemos muito apoio dele, em todos os aspectos".
A viúva de Campos, Renata, era esperada para a homenagem, mas não compareceu.
Ela não participou de nenhum evento neste
carnaval.
O governador Paulo Câmara (PSB), afilhado político de Campos, recebeu um quadro que retrata o ex-governador, oferecido pela Associação de Maracatus Rurais e prometeu manter o mesmo estímulo à cultura popular dispensado pelo seu antecessor.
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Marta Suplicy negocia migração para o PSB, diz jornal
De
acordo com informações do jornal
Valor Econômico, a senadora Marta Suplicy (
PT-SP) estaria negociando migrar para o PSB, partido do ex-governador de Pernambuco Eduardo Campos, que faleceu em agosto passado em um
acidente de avião em plena campanha presidencial.
Se o acordo for fechado, a perspectiva é que a (ainda) petista seja a candidata do partido para as eleições da prefeitura de
São Paulo no próximo ano. Márcio França, vice de Geraldo Alckmin no governo do estado e secretário de finanças nacional do PSB, estaria encabeçando as negociações, segundo informações da publicação.
Desde que deixou o comando do Ministério da Cultura,
Marta Suplicy tem (aparentemente) feito questão de alfinetar a presidente Dilma Rousseff e o partido que ajudou a criar e conduzir ao poder.
Quando pediu demissão da equipe ministerial, a senadora afirmou que a presidente deveria escolher uma equipe econômica capaz de resgatar a credibilidade do governo.
Ela também não escondeu seu descontentamento com a nomeação de Juca Ferreira para sucedê-la na Cultura e chegou a enviar documentos à Controladoria-Geral da União (CGU) que denunciariam supostas irregularidades da gestão do petista na pasta entre 2008 e 2010.
As alfinetadas não pararam por aí. Em janeiro, ela criticou a tudo e a todos em entrevista ao jornal Estado de S. Paulo e afirmou que "ou o PT muda, ou acaba".
Dias depois, em artigo publicado no jornal Folha de S. Paulo, a ex-ministra da Cultura afirmou que se o governo tivesse adotado uma política de transparência na condução da área econômica, o país não estaria vivendo "esta situação de descalabro" que faz a "vaca engasgar de tanto tossir" - em uma clara referência ao jargão de Dilma durante a campanha eleitoral de que não mexeria nos direitos trabalhistas "nem que a vaca tussa".
O incômodo de Marta com o atual governo pode estar relacionado às mudanças que ocorreram na sigla nos últimos 12 anos - entre elas, a nova reconfiguração da estrutura interna de poder que limitou o protagonismo político da senadora. Veja os
motivos para o descontentamento da senadora com o PT.
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Novo governo Dilma é um grande equívoco, diz Marina Silva
São Paulo - Candidata derrotada à Presidência da República em 2014, a ex-ministra
Marina Silva
(PSB) interrompeu nesta quinta-feira, 8, suas férias para divulgar um
texto com críticas às primeiras medidas do segundo mandato da presidente
Dilma Rousseff (PT).
"Os indícios preocupantes que já anunciavam um segundo mandato da
presidente Dilma ainda mais divorciado das necessidades reais do Brasil e
do povo brasileiro, infelizmente, já estão se confirmando", escreveu a
pessebista.
"O discurso de posse, a escolha de alguns ministros, as primeiras
medidas tomadas ou anunciadas, tudo
transmite contradição, ausência de
sentido e a noção de um grande equívoco", completou.Assim como o senador Aécio Neves, candidato derrotado do PSDB à
Presidência, Marina tem usado as redes sociais como tribuna de oposição.A ex-ministra voltará à ativa no dia 15, quando participará de uma
reunião de seu grupo político, a Rede Sustentabilidade, em Brasília.
"Marina não tem muita ansiedade em disputar espaço no cenário nacional,
mas ela vai se posicionar", diz Bazileu Margarido, dirigente da Rede e
um dos mais próximos interlocutores da ex-ministra, que disputou duas
vezes o Palácio do Planalto - em 2010, pelo PV, e 2014, pelo PSB.
Para evitar a dispersão de sua base de eleitores, Marina pretende fazer uma caravana de viagens pelo Brasil a partir de abril. O objetivo será a formação de diretórios estaduais da Rede. O grupo
está na fase final de coleta de assinaturas e espera estar regularizado
enquanto partido em abril. Na carta divulgada hoje, Marina também criticou o ministro da Casa Civil, Aloizio Mercadante e o ex-presidente Lula. "Se o ministro Mercadante diz que o candidato em 2018 é o Lula, então
está pronto o roteiro, cada um tem sua fala, é só decorar e repeti-la
mesmo quando desvinculada de qualquer nexo com a realidade".
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Marina critica Dilma e pede punição a empresas corruptas
São Paulo - A ex-candidata à Presidência
Marina Silva
(PSB) publicou nesta segunda-feira um post criticando a presidente
Dilma Rousseff e a falta de punição a empresas envolvidas em
corrupção.
"Dilma gosta de falar das 'gavetas' de governos anteriores, mas seria
positivo para a sociedade brasileira que ela esvaziasse as próprias",
afirmou Marina.
"O Brasil aguarda ansiosamente que a presidente Dilma retire das
gavetas do palácio o decreto que ajudará a combater a ação dos
corruptores no país", disse no post.
A ex-ministra argumenta que a Lei Anticorrupção não está sendo aplicada porque não foi regulamentada pela presidente.
Para Marina, as declarações de Dilma de que as investigações da
Petrobras vão "mudar o país para sempre" são "descoladas da realidade".
Dilma afirmou ontem que o escândalo atual não era o primeiro, mas "o
primeiro a ser investigado" no País. Depois das eleições, a ex-candidata
tem publicado críticas constantes ao governo federal.
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