3.9.14

‘Estamos presenciando uma grande onda verde e amarela’, diz Marina em encontro com jovens no Rio

A candidata à Presidência da República pela Coligação Unidos pelo Brasil, Marina Silva, acompanhada pelo candidato a vice, Beto Albuquerque, cumpriu agenda importante e intensa no Rio de Janeiro neste sábado (30). No início da tarde, a presidenciável caminhou pelas ruas da comunidade da Rocinha, ao lado do candidato ao Senado pelo Estado, Romário. Durante a caminhada, Marina, Beto e Romário atraíram uma multidão por onde passavam, tiraram fotos e escutaram as demandas das pessoas. No final da tarde, Marina e Beto conversaram com jovens de todo o Estado, no Teatro Odisseia, na Lapa, bairro tradicional da cultura carioca. Em sua apresentação, a candidata destacou a importância do diálogo e da comunicação online. “O Brasil quer fazer o debate. Nossa campanha é diferente: se quiserem usar a internet para fazer difamação e desconstrução da imagem alheia, nós temos que utilizá-la para fazer uma campanha limpa”, avisou. Marina lembrou das conquistas e do legado de Eduardo Campos, com iniciativas reconhecidas internacionalmente, como o Pacto pela Vida e o projeto da educação em tempo integral realizado em Pernambuco. “A população do Brasil inteiro fez uma verdadeira comoção, porque Eduardo Campos tocou o coração dos brasileiros”, disse. A candidata reforçou seu discurso de busca por uma nova política para mudar o caminho do Brasil rumo a uma agenda que contemple desenvolvimento sustentável, econômico e social. “Vivemos um movimento da sociedade brasileira que identifica, no nosso programa, a mudança que Brasil precisa.” Marina criticou a atual polarização do cenário político brasileiro e recorreu à história para destacar que chegou a hora da mudança. “O Brasil está fadado a essa polarização, é Império ou República, Arena ou MDB, ditadura ou democracia, PT ou PSDB. Agora vamos sair do terreno da opção e ir para o terreno da escolha”, afirmou. “Estamos presenciando uma grande onda verde e amarela transbordando para além dos partidos e candidatos”, finalizou. Os presidenciáveis responderam a questões dos jovens, voltadas para temas como educação e mobilidade. Beto Albuquerque reforçou o projeto Passe Livre, que consta do Programa de Governo da Coligação, lançado na última sexta-feira (29). “A ideia é começar com a rede pública e no ensino médio, e expandir gradualmente”, disse. “O subsídio para o Passe Livre será resultado da rigidez com que Marina vai coordenar esse País, do fim da alta dos juros. A cada um ponto percentual a mais da taxa Selic, o Brasil paga R$ 28 bilhões, que não são investidos para a educação nem para o transporte de qualidade”, completou. Beto reforçou a disposição da coligação de promover um amplo debate para que a sociedade brasileira discuta os rumos da política no País. “Vamos fazer plebiscitos, referendos e todas as ferramentas, como reforma política e tributária, como parte da agenda para construir um novo Brasil” Fonte:http://marinasilva.org.br/estamos-vivendo-uma-grande-onda-verde-e-amarela-afirma-marina-rio/

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1.9.14

Assumo o compromisso de acabar com a reeleição", afirma Marina

Marina Silva, candidata à Presidência da República pela Coligação Unidos pelo Brasil, reafirmou nesta sexta-feira (22) o compromisso de dar continuidade ao programa de governo que já vinha sendo discutido antes da trágica morte de Eduardo Campos. “Todos os compromissos serão mantidos”, disse em entrevista após reunião com membros da equipe do programa de governo. Ao lado do candidato a vice-presidente, Beto Albuquerque, Marina ressaltou que pretende acabar com a reeleição, no intuito de que se estabeleça no Brasil uma lógica em que se pense o que é melhor para o país e não se priorize apenas a agenda da reeleição e os interesses partidários. “Como temos dito – e também colocamos no programa de governo da Coligação Unidos pelo Brasil – estamos assumindo o compromisso de acabar com a reeleição. Estou assumindo publicamente o compromisso de que terei um mandato de apenas quatro anos. É para que o Brasil comece a estabelecer uma lógica de orientar a sua ação não com base em fazer aquilo que precisa ser feito para se reeleger, não pensando apenas nas próximas eleições, mas pensando no que é melhor para o Brasil.” Defensora de uma nova forma de governança, Marina lembrou que a ambição de seu governo é dar foco a um trabalho que se faz junto com a sociedade: “Pretendemos a vitória de um projeto político que busca uma nova governabilidade, que tem o compromisso de manter as conquistas, de respeitar o legado daqueles que nos antecederam, mas corrigindo os erros. Não pretendemos ter complacência com os erros. Mas encarar os novos desafios na forma da educação, da segurança, da infraestrutura, do Passe Livre. Tudo para que o nosso país possa transformar em vantagens competitivas as nossas imensas vantagens comparativas. Nós vamos precisar muito do envolvimento da sociedade. É a sociedade que vai fazer a mudança. Os nossos partidos são apenas a base de sustentação para esse processo”. Marina foi questionada pelos jornalistas sobre os resultados das pesquisas, que têm sido muito favoráveis à sua candidatura. Disse que é preciso ter humildade. “As pesquisas registram um momento. Nós queremos continuar o debate para mostrar como queremos que esse sentimento de mudança possa se transformar numa realidade que seja boa para todo mundo. Mais de 70% dos brasileiros querem a mudança”, disse. Para ela, o sentimento de mudança vai ser consolidado a partir da análise das propostas e da trajetória dos candidatos. “Precisamos acabar com as posturas que levam a um sentimento que virou um fastio, um incômodo na população brasileira, que é a polarização”, disse ela. Seria a lógica de que a oposição só vê defeitos, mesmo quando acertos que são evidentes. “A nossa lógica é assumir uma posição que respeita o que é bom, tendo uma posição para corrigir os erros e uma atitude de responsabilidade para com o futuro do Brasil.” Fonte: http://www.psb40.org.br/not_det.asp?det=5766

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6.8.14

Campos diz que fará reforma tributária sem aumento de imposto

O candidato à Presidência da República Eduardo Campos (PSB) se comprometeu hoje (5) a fazer uma reforma tributária, se eleito, sem aumento de impostos. Durante encontro com entidades representativas dos fiscos municipais, estaduais e federal, no Rio de Janeiro, ele recebeu documento que propõe reduzir a tributação sobre as classes de menor renda. O texto defende uma arrecadação progressiva e com menor carga sobre o consumo. Ao receber as propostas, o presidenciável classificou como “injusta” a carga tributária no país, por induzir a reprodução de desigualdades socioeconômicas. “De um lado, como foi dito aqui, temos entre 35% a 37,5% de carga tributária no Brasil e, por outro lado, uma sociedade querendo serviço e qualidade de vida melhor, com saúde e educação”, afirmou. Ele se comprometeu a envolver estados e municípios nas mudanças. Campos concordou com as instituições fiscais, que calculam em 60% a defasagem da tabela do Imposto de Renda, e se comprometeu com a solução do problema, além de criticar os “fundamentos injustos” para se determinar o valor de impostos. “Não dá para achar que é normal o Imposto de Renda incidir na renda de alguém que ganha R$ 1,8 mil. Não é normal pagar tributos em moto de 125 cilindradas, que leva o trabalhador para o seu trabalho na construção civil, e não cobrar de uma aeronave particular”, afirmou. O candidato também questionou a desoneração do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) de carros e a taxação mais alta das bicicletas, veículos não poluentes, e disse que o sistema tributária deve favorecer o modelo de desenvolvimento do país. “Ou seja, se tem alguém que produz poluindo menos, não pode ser tratado como o empreendimento que polui mais. Se a aposta é em ciência, tecnologia e inovação, não pode ser tratado como alguém que não quer inovar”. Durante o evento, sua candidata à vice-presidência, Marina Silva, disse que é necessário um sistema tributário mais simples e transparente, com “justiça tributária”. Para eles, sem a reforma tributária, os avanços sociais serão diluídos. Para eles, mudanças na tributação devem ter como meta “liberar a renda dos mais pobres para o consumo e desonerar investimentos”. O presidente do Sindifisco Nacional, Cláudio Damasceno, explicou que a última correção da tabela do Imposto de Renda, com base no aumento da inflação, foi feita em 1996. “Se fizéssemos a correção, o limite de isenção saltaria de R$ 1.787 para cerca de R$ 2,8 mil, ou seja, aproximadamente 60% [de crescimento] do atual. Isso significa que, se o governo corrigisse a tabela, as pessoas que ganham nessa faixa de renda não precisaram pagar o imposto que estão pagando hoje”, explicou. Os representantes da Chapa Unidos pelo Brasil acrescentaram que, para dar conta dos desafios na área tributária e para aperfeiçoar a democracia, o serviço público deve ser fortalecido. Na área fiscal e trabalhista, por exemplo, são necessários concursos para recompor os quadros, citou Campos. |Fonte:http://www.jb.com.br/eleicoes-2014/noticias/2014/08/05/campos-diz-que-fara-reforma-tributaria-sem-aumento-de-imposto/

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