23.6.15

Sem fusão - Cúpula do PSB propõe ao PPS "pacto eleitoral" em 2016

Diante da falta de acordo para realizar uma fusão entre os partidos, integrantes da cúpula do PSB vão propor ao presidente do PPS, deputado Roberto Freire (SP), um "pacto eleitoral" para a disputa municipal de 2016. A ideia será apresentada em encontro entre as legendas previsto para ocorrer nesta quarta-feira (10) em Brasília.

"Vamos propor duas resoluções em que se prevê uma aliança conjunta em todo o país com PPS na disputa municipal do próximo ano. É uma caminho alternativo. Já que na discussão jurídica não se conseguiu avançar, vamos fazer uma fusão política", disse ao Estado o vice-presidente do PSB, Beto Albuquerque.

Inicialmente, estava prevista a realização de um congresso no próximo dia 20 para oficializar a união das duas legendas. "Acredito que essa solução é a mais coerente. Poderemos amadurecer essa relação com a aliança eleitoral de 2016, onde quem tiver um candidato mais forte será apoiado", emendou o presidente nacional do PSB, Carlos Siqueira. Segundo ele, pesou na decisão de não se realizar a fusão com o PPS o posicionamento do grupo de Pernambuco, Estado natal do ex-presidente da legenda Eduardo Campos, morto em acidente aéreo durante a disputa presidencial de 2014.

"Desde o início o acordo foi de que só avançaria na tese se houvesse concordância de todos. Foram colocadas preocupações com o que sairia da discussão da reforma política no Congresso Nacional e também houve alguns ruídos estaduais", disse o governador de Pernambuco, Paulo Câmara. "Além disso, quando se iniciaram as conversas a discussão também era de se fazer uma incorporação, dessa forma não se corria o risco de se abrir uma brecha para a saída de alguns quadros do partido. Mas as conversas acabaram seguindo para a fusão", acrescentou o governador. Ele e os demais integrantes da cúpula do PSB participaram nesta quarta-feira do 5 seminário internacional de Direito Administrativo e de Administração Pública, realizado em Brasília.

Segundo alguns socialistas também pesou o fato de que uma união com o PPS neste momento poderia levar o partido a ter um perfil mais opositor, passando uma imagem aos eleitores de proximidade com o PSDB. A ideia do PSB, entretanto, é permanecer numa linha de "independência". A possibilidade de fusão com o PPS, por outro lado, não foi descartada por completo mas a realização de novas conversas sobre o tema devem ser retomadas somente em 2017.

FONTE: http://www.diariodepernambuco.com.br/app/noticia/politica/2015/06/10/interna_politica,580574/cupula-do-psb-propoe-ao-pps-pacto-eleitoral-em-2016.shtml

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5.6.15

Fusão entre PSB e PPS desacelerou e pode não sair do papel

Diante da manutenção na reforma política das coligações em eleições proporcionais, da criação de uma cláusula de barreira "light" e da resistência do diretório pessebista de Pernambuco, a fusão entre PSB e PPS desacelerou e corre o risco de não se concretizar.
O objetivo das duas siglas era juntar forças neste mês, mas o máximo que deve acontecer é uma aliança para as eleições municipais de 2016. Dirigentes do PSB se deram conta de que o processo de fusão não se daria com a facilidade prevista inicialmente.
Pernambuco, liderada pelo governador Paulo Câmara e pelo prefeito do Recife, Geraldo Júlio, questionaram a unificação, mesmo sabendo que a proposta tinha sido aventada inicialmente pelo ex-governador Eduardo Campos, morto em um acidente aéreo no ano passado.
"Estamos considerando as questões de Pernambuco. Há uma série de pendências para serem discutidas antes de dar o próximo passo", declarou o presidente nacional do PSB, Carlos Siqueira.
Assim como Pernambuco, outros diretórios estaduais também demonstraram insatisfação com a proposta, como Maranhão, Bahia e Paraíba. A cúpula refez as contas e concluiu que não tinha 80% dos diretórios apoiando a fusão com o PPS.
"Estamos buscando a unanimidade, então acho que vale a pena esperar mais um pouco", disse o vice-governador de São Paulo, Márcio França. O congresso do PSB previsto para o dia 20 deste mês e que tinha como objetivo ratificar a fusão deve ser reagendado. "Se adiar o congresso, a fusão não sairá nunca mais", concluiu um membro do diretório nacional do PSB.
No partido fala-se agora em aprovar uma resolução com o objetivo de garantir uma aliança obrigatória das duas legendas, em todas as cidades nas eleições do ano que vem, e uma atuação em bloco no Congresso Nacional.
Enquanto tenta viabilizar a junção das siglas, o PSB deve fazer consulta ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sobre as regras para filiação e desfiliação para casos de fusão, uma das demandas do diretório pernambucano. O PSB quer ter certeza se, no entendimento dos ministros, só a saída de filiados será permitida e não a entrada de novos membros.
Os pessebistas afirmam que a pressa na fusão se dava em virtude da expectativa de fim das coligações proporcionais e do estabelecimento de uma cláusula de barreira mais rígida para os partidos. Com a Reforma Política votada na Câmara, eles acreditam que a fusão "perdeu a emergência".
Da parte do PPS, a proposta ainda está de pé. "O debate interno no PSB é que caminha para a desaceleração", afirmou o presidente nacional do PPS, deputado Roberto Freire (SP).
A cúpula do PSB vai aproveitar o casamento do filho de França, o deputado estadual Caio França (PSB-SP), no próximo sábado em São Vicente, para fazer um balanço das divergências internas e reavaliar o processo de fusão. "Temos agora de discutir nossos problemas primeiro antes de conversar com o PPS", disse Siqueira.

FONTE: http://www.parana-online.com.br/editoria/politica/news/882934/?noticia=FUSAO+ENTRE+PSB+E+PPS+DESACELEROU+E+PODE+NAO+SAIR+DO+PAPEL

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19.5.15

O sonho do PSB é crescer no Sudeste

Após a fusão com o, o novo PSB programa lançar candidatos à prefeitura de cidades nunca antes disputadas pela legenda, como São Paulo, Curitiba, Rio de Janeiro e outros municípios da região Sudeste. O sonho do PSB inclui a expectativa do vice governador de São Paulo, Marcio França, de concorrer ao Palácio dos Bandeirantes, suceder Geraldo Alckmin e apoiar o tucano na disputa interna para ser escolhido pelo PSDB e depois na campanha de rua ao Palácio do Planalto. Os tucanos paulistas rejeitam esta alternativa e lembram que há uma fila com mais de 10 pretendentes do partido ao cargo de Alckmin.

FONTE: http://epoca.globo.com/tempo/expresso/noticia/2015/05/o-sonho-do-psb-e-crescer-no-sudeste.html

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15.5.15

Fusão entre PSB e PPS caminha para aprovação em convenção

Em reunião, nesta terça-feira (12), os presidentes dos diretórios estaduais do Partido Socialista Brasileiro aprovaram, em sua maioria, a fusão da legenda com o PPS. O encontro, convocado pelo presidente do PSB, Carlos Siqueira, foi realizado na sede da legenda em Brasília e contou com a presença de membros do Conselho de Presidentes Estaduais do partido que aprovaram, em sua maioria, a fusão.


Sob forte disputa interna, o PSB vai se distanciando cada vez mais do campo progressista e se encontra com pouca perspectiva de retomada do histórico ideológico da sigla, afastando-se publicamente do campo socialista e aliando-se à direita conservadora e oposicionista na ânsia de ocupar mais espaços de poder visando as eleições.

Um dos fundadores e ex-presidente nacional do do PSB, Roberto Amaral, já havia criticado a fusão, dizendo que sua restrição é ideológica, política e estratégica. “Eu vejo como um suicídio político e uma burrice estratégica. Suicídio político porque o PSB assassina sua história, rasga o seu programa e ultraja a biografia dos seus fundadores. Essa fusão é o avanço na opção pela direita e é incompatível com a história de um partido da esquerda democrática e um partido que ainda se diz socialista”, disse ele.

Amaral também discorre sobre o histórico do PPS. “É um partido que nasceu da traição. Ele nasceu da traição de Roberto Freire ao partido ao qual pertencia, que era o PCB. É um partido que nasceu para destruir outro e desde que nasceu vem militando na direita. Hoje o PPS está à direita do PSDB”, afirmou.

O atual presidente nacional do PSB, Carlos Siqueira, disse que o processo de fusão seguirá adiante independentemente das críticas. "É a opinião dele [Roberto Amaral], mas, certamente, não é a opinião da maioria do partido. Vamos decidir pela maioria", tergiversa. 

O PSB informou que a decisão final será na convenção nacional do partido marcada para 20 de junho, em Brasília.

FONTE: http://www.vermelho.org.br/noticia/263860-1

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14.5.15

Surge primeira divergência “ideológica” entre PSB e PPS

Quem vai ocupar a presidência da Fundação Eduardo Campos, a entidade de estudos do novo partido que surgirá da fusão entre PSB e PPS, é a primeira divergência “ideológica” da nova legenda. O nome da fundação é em homenagem ao ex-candidato do PSB ao Planalto, morto em acidente de avião durante a campanha presidencial do ano passado. O deputado Roberto Freire foi sugerido pelo PPS para presidir a entidade, mas foi vetado pelo PSB. Outras dificuldades estão previstas na fusão: as direções do novo partido na Bahia, onde PPS apoia o prefeito ACM Neto, do DEM, mas os socialistas fazem oposição, e em Minas Gerais, onde o deputado Julio Delgado avisou que não ficará no PSB dominado pelo prefeito de Belo Horizonte, Márcio Lacerda.

FONTE: http://epoca.globo.com/tempo/expresso/noticia/2015/05/surge-primeira-divergencia-ideologica-entre-psb-e-pps.html

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4.5.15

"Fusão do PSB e PPS é moralmente inaceitável", afirma Roberto Amaral

O ex-presidente nacional e fundador do Partido Socialista Brasileiro (PSB), Roberto Amaral, qualificou como "moralmente inaceitável" a fusão em curso entre seu partido e o PPS. Para ele, a junção entre os dois partidos é "um ponto final" para o PSB como força de esquerda.


Amaral encaminhou uma nota ao jornal 
Folha de Pernambuco, enfatizando que o PSB em nada lembra a legenda que já teve nomes de peso ligados à esquerda, como Miguel Arraes e Pelópidas Silveira.

“Num ato de dignidade histórico-política (não sei se é pedir muito da honestidade ideológica dos atuais dirigentes), o Congresso Extraordinário, apressadamente convocado, como observou o deputado Tadeu Alencar na reunião da bancada, poderia, numa homenagem a João Mangabeira, Miguel Arraes e Jamil Haddad, raspar da sigla o ’S’ de socialismo. Poderia ser apenas ‘P40′, um nada e um número, como muitos de seus dirigentes atuais já pleiteiam há tempos”, salientou Amaral.

Segundo o ex-presidente do partido, a “fusão é moralmente inaceitável, é o ponto final do PSB, formal e politicamente, é o sepultamento do socialismo, do nacionalismo e da prática de uma política de esquerda. No entanto, é processo natural no PSB de hoje que nada tem a ver com o PSB de seus fundadores, que nada tem a ver com o PSB de 1990 no qual recebi Miguel Arraes”, afirmou Amaral em nota.

E completa: “O PSB que, já abrigou Pelópidas da Silveira e Francisco Julião, é hoje o partido do Pastor Eurico e do deputado Heráclito Fortes e da família Bornhausen. E será logo mais o partido de Roberto Freire. Por tudo isso, a fusão é tristemente lógica, pois dá sequência aos esforços atuais de jogar a história partidária na lata de lixo e abdicar de seu futuro. É obra dos que mudam para ganhar, e transformam a política em mero jogo estatístico, ou instrumento de mesquinhas realizações pessoais. É a miséria da política que espanta os jovens”.

O atual presidente nacional do PSB, Carlos Siqueira, disse que o processo de fusão seguirá adiante independentemente das críticas. "É a opinião dele [Roberto Amaral], mas, certamente, não é a opinião da maioria do partido. Vamos decidir pela maioria. É natural ter uma opinião contrária, mas a maioria decidiu pela fusão", destacou em entrevista ao jornal.


FONTE: http://www.vermelho.org.br/noticia/263293-1

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3.5.15

Líderes aprovam fusão do PPS com PSB; nome da nova sigla causa divergência

O anúncio da possibilidade de fusão entre PPS e PSB agradou a diversos líderes das duas agremiações em Mato Grosso, entre eles o senador José Medeiros (PPS) e o deputado federal Adilton Sachetti (PSB). Porém, a definição sobre o nome da nova sigla ainda causa divergências entre os políticos pertencentes aos dois partidos.

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“Está sendo discutida essa fusão e caminha para isso. Os partidos tem uma identidade ideológica e é bem possível que isso ocorra”, acredita Medeiros. O deputado Sachetti, por sua vez, acha que é hora de enterrar convicções ideológicas e pensar com pragmatismo, já que o momento que o Brasil passa, de uma reforma eleitoral e com o fim iminente das coligações proporcionais, leva a uma redução do número de partidos.

“Sou favorável à fusão porque o momento político leva a um enxugamento de siglas. É uma obrigatoriedade, a sociedade não aguenta mais porque ela não sabe em quem está votando. Virou uma sopa de letras”, disse o parlamentar, que vai assumir a vice-presidência regional do PSB nos próximos dias.

PSB40 ou PPSB

Segundo Sachetti, o novo partido vai se chamar PSB40, incorporando o número já usado pelo PSB na urna eletrônica. Por outro lado, o secretário-geral do PPS em Mato Grosso, Antonio Carlos Maximo, emitiu nota defendendo uma junção dos nomes dos partidos, para não favorecer um ou outro.

“Em se tratando do novo nome, penso que nenhum dos partidos deveria perder as suas siglas originais. Por isso, sugiro que seja: PPSB. Vejam que não se perde nenhuma das letras dos dois partidos”, argumentou. Quanto ao número, Maximo sugere que seja 40, número do PSB, ou 23, número do PPS. Ele afirma que os dois números são massificados nacionalmente e servirão bem ao novo partido.

Ele ainda discorda de Sachetti quanto ao pragmatismo da fusão e sustenta que PPS e PSB têm lutas históricas semelhantes, militando no socialismo e na esquerda democrática. O secretário ainda alfineta a fusão entre DEM e PTB, ideologicamente diferentes.

“Não se pode comparar esta fusão somente com o olho no processo eleitoral, esse pragmatismo quase estúpido que desumaniza as relações dos partidos com a sociedade. A possível fusão entre DEM e PTB, por exemplo, não tem qualquer relação com o que está ocorrendo com PPS e PSB. Basta olharmos como se deu a história desses dois partidos no campo das lutas democráticas”, escreveu.

Acertos

Ainda pensando no lado prático da fusão, Adilton Sachetti disse que é preciso amadurecer a ideia, e começar a discutir como fica a direção do novo partido, a composição do diretório e a escolha do presidente. Atualmente, o presidente do PSB é o prefeito de Cuiabá, Mauro Mendes, que logo será sucedido pelo deputado federal Fábio Garcia. O presidente do PPS é o prefeito de Rondonópolis, Percival Muniz.

“Se abriu a discussão sobre a fusão e agora vamos fazer todas as avaliações. Tem uma série de discussões e acertos que têm que ser feitos. Temos que ver como vamos juntar os diretórios, quem vai comandar. Informalmente as conversas estão acontecendo. Mas primeiro vamos seguir as orientações nacionais. A bancada do PSB vai ser reunir em Brasília semana que vem e o PPS já deve estar fazendo esses diálogos também”, disse.

Em Mato Grosso, a aliança entre os dois partidos persiste desde a última candidatura de Mauro Mendes a governador, em 2010. O principal líder do PPS no estado, Percival Muniz, também se elegeu prefeito de Rondonópolis com apoio do PSB em 2012.

A fusão entre os dois partidos abre uma janela eleitoral que permite a qualquer pessoa se filiar à nova sigla sem perder o mandato, no período de 30 dias após a sua criação. Os membros dos dois partidos fundidos também têm direito a se desfiliar e aderir uma nova legenda, igualmente sem penalidades.

FONTE: http://www.olhardireto.com.br/noticias/exibir.asp?noticia=Lideres_aprovam_fusao_do_PPS_com_PSB_nome_da_nova_sigla_causa_divergencia&edt=33&id=395890

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30.4.15

PSB e PPS anunciam início do processo de fusão dos dois partidos

O Partido Socialista Brasileiro (PSB) e o Partido Popular Socialista (PPS) informaram nesta quarta-feira (29) que decidiram se fundir. O anúncio foi feito pelos presidentes das siglas, Carlos Siqueira, do PSB, e Roberto Freire, do PPS, durante entrevista coletiva na Câmara dos Deputados.

As conversas sobre a fusão das legendas tiveram início em 2014, entre Eduardo Campos, que era do PSB, e Roberto Freire. O processo de aproximação ficou claro quando o PPS participou da coligação que lançou a candidatura de Eduardo Campos à Presidência e apoiou a candidatura de Marina Silva.

Com a união dos partidos, a nova egenda terá 7 senadores, 45 deputados federais e três governadores, segundo dados dos partidos.
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Ainda não foi definido qual será o nome do partido a ser formado. A proposta do PSB é que o a nova legenda se chame “PSB 40”. “Não se deve mudar marca que está dando certo”, defendeu Carlos Siqueira. Ele ponderou, entretanto, que o fato de um partido ser menor que o outro não deve implicar "subordinação".

Roberto Freire disse que o nome do partido é uma questão que “evidentemente” ainda será discutida, mas minimizou esse debate. “Temos também algumas propostas a fazer. Mas isso não será impedimento para algo muito maior que se está construindo. É o programa que vai caracterizar o novo partido”, afirmou.

Prazos
Freire afirmou que o processo de fusão irá se iniciar e que o partido estará “pronto” até o mês de junho. Segundo ele, a dinâmica será “sem muito atropelo”. Ele explicou que a proposta de fusão deve ser decidida pelas direções nacionais, nos congressos nacionais dos partidos.
“Esses processos terão que ser decididos em congressos extraordinários. Tem que ver os prazos de convocação dos congressos para fazer definição de datas. (...) Precisamos estar prontos com isso para que se prepare para eleições do próximo ano. Até outubro, antes disso, estaremos com partido pronto. Não passa do mês de junho”, disse.

Segundo Carlos Siqueira, a intenção da fusão é, num momento em que há “desgaste profundo”, criar uma nova força política, que atualize discursos e práticas. Siqueira afirmou que, na reunião da executiva nacional do PSB, realizada nesta quarta-feira (29), a aprovação da proposta de fusão com o PPS foi “praticamente unânime”, com apenas um voto contrário.

“Temos a decisão firme, determinada, de levar adiante, de iniciar um processo de fusão entre essas duas instituições históricas”, disse. Ele disse que os dois partidos nasceram da esquerda democrática.

Para Freire, a fusão, quando realizada, mudará a correção de forças do País. Ele reconheceu que há assimetrias e divergências nos dois grupos, mas lembrou que as legendas estiveram juntas nas últimas eleições presidenciais.

Questionado sobre se o novo partido terá uma posição de independência ou de oposição, Freire respondeu: “Você dê o nome que você quiser, porque o PSB é independente, nós (PPS) somos oposição. Agora, não somos governo”.

FONTE: http://g1.globo.com/politica/noticia/2015/04/psb-e-pps-anunciam-processo-de-fusao.html

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28.4.15

ASCOM do PSB de Alagoas afirma que partido se fundirá ao PPS

Membros da executiva nacional do Partido Socialista Brasileiro (PSB) se reunirão nesta quarta-feira (29) para definir a junção com o Partido Popular Socialista (PPS). A informação foi passada nesta segunda-feira (27) pela presidente estadual do PSB, em Alagoas, Katia Born, durante debate na sede com a participação de integrantes da agremiação no Estado.
Katia Born explicou a ausência do presidente nacional do PSB, Carlos Siqueira, que em razão de uma virose não teve condições de participar do debate. Ela explicou que Siqueira, apesar de doente, participou pela manhã da inauguração da Unidade Básica de Saúde Eduardo Campos, localizada no bairro Brasil Novo, em Rio Largo.
“Doutor Carlos Siqueira chegou ontem à noite de Brasília um pouco adoentado. Quando ele saiu de Rio Largo por volta de meio dia começou a não se sentir bem, sendo levado para o hotel. Ele disse que fica a discussão para um outro momento”, assinalou Katia.
Mesmo sem a participação de Carlos Siqueira, Katia conduziu o encontro elencando os pontos de discussão. Segundo ela, o  PSB tem hoje 34 deputados federais e seis senadores já o PPS tem 11 deputados federais e um senador. Com a junção ao PPS, o PSB passa a ter dois vereadores em Maceió, quarto deputados estaduais, 45 deputados federais e sete senadores, além da vinda da senadora   Martha Suplicy.
Um dos pontos de discussão seria a redução da maior idade penal, a qual o PSB é contrário porque somente 1% em 100% acontece entre 13 e 17 anos de idade. “Como é que o governo brasileiro, estados e municípios, não conseguem cuidar de 1% de uma população que causa pequenos delitos”, frisou.
Outro tema do encontro seria a questão da terceirização de serviços, assunto que o PSB se coloca contrário em vários pontos por entender que traz prejuízo para os trabalhadores. Também seria discutida a questão da reforma da Previdência Social em alguns pontos que precisam ser regulamentados e por último, as eleições de 2016 e 2018 onde o PSB pretende dobrar o numero de prefeitos e vereadores.

FONTE: http://www.alagoas24horas.com.br/888533/pps-deve-se-fundir-ao-psb-definicao-acontece-em-brasilia/ a partir de Marcos Jorge, ASCOM PSB/AL

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28.2.15

PSB integra bloco parlamentar Socialismo e Democracia no Senado

As bancadas do PSB, PSOL, PPS e PCdoB, no Senado Federal, decidiram, na terça-feira (24), constituir o Bloco Parlamentar Socialismo e Democracia, com nove senadores, para, juntos, defender no Congresso Nacional as históricas bandeiras de nossos partidos – o socialismo, a democracia, a soberania nacional, o desenvolvimento sustentável, o respeito aos direitos humanos, dos grupos raciais e étnicos, das mulheres, das crianças e adolescentes, das pessoas com deficiência, dos idosos, da comunidade LGBT e o bem estar do nosso povo.

Formado por partidos que têm posições diferentes em relação ao governo federal e respeitando essas posições de cada legenda, o Bloco Socialismo e Democracia tem o compromisso maior de defender todas as medidas legislativas que levem ao Desenvolvimento, favoreçam a evolução integral da personalidade humana, o que inclui respeito aos direitos individuais e coletivos, manutenção e fortalecimento da democracia, repudiando quaisquer tentativas de retrocesso nas conquistas democráticas, aumento da qualidade de vida, preservação dos valores históricos, promoção e valorização da cultura em suas múltiplas manifestações e utilização racional dos recursos naturais, entre outros.

O Bloco Socialismo e Democracia assume o compromisso da defesa intransigente do crescimento econômico sustentável e da distribuição de renda e riqueza, sem os quais é impossível construir um país economicamente equilibrado e socialmente justo, comprometendo-se com uma agenda mínima que construa esse desenvolvimento e fortaleça a democracia.

O Bloco Socialismo e Democracia assume o compromisso de discutir e votar uma reforma política, concreta e objetiva, que contemple, entre outros pontos, o financiamento democrático de campanhas e o fortalecimento dos mecanismos de participação popular, uma reforma tributária e um novo pacto federativo que fortaleça Estados e municípios.

No âmbito do Poder Legislativo, o Bloco Socialismo e Democracia reafirma seu compromisso com a democratização do Senado Federal, com mudanças no Regimento Interno, que ampliem a participação de todos os senadores nas relatorias e presidências de Comissões Permanentes, Temporárias, Mistas, Especiais e de Inquérito, rompendo com a atual centralização e concentração de poderes.


Respeitando as posições doutrinárias de cada um dos partidos que o integram, o Bloco Socialismo e Democracia valoriza o diálogo permanente com a sociedade, com os Partidos alinhados em nosso campo popular de esquerda e o diálogo maduro com os demais Partidos e com o Governo Federal, apoiando todas as medidas que levem ao desenvolvimento nacional e ao fortalecimento da democracia.

FONTE: http://www.faxaju.com.br/conteudo.asp?id=197925

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25.1.15

Bloco do PSB, PPS, PV e SDD terá estatuto de federação e posição única em 2016

O bloco formado por PSB, PPS, Solidariedade e PV se prepara para atuar como uma federação de partidos. Apesar dessa figura jurídica não existir no Brasil, ela existirá politicamente a partir de um estatuto de "boa vontade" firmado pelas legendas, conforme relatou Márcio França.


O vice-governador de São Paulo e presidente estadual do PSB foi um dos principais articuladores da federação, cujo intuito é ter uma posição única de apoio e candidaturas únicas em todos os municípios nas eleições de 2016. "Vamos ter um estatuto próprio, de federação, e vamos ter uma decisão única no Brasil", disse França. "Vamos experimentar essa convivência".

França disse que não houve um convite formal da federação à senadora Marta Suplicy (PT), mas disse que senadores do PSB estão em contato com ela desde o ano passado e que ela seria um quadro muito bom para disputar a prefeitura da capital paulista pelo grupo. O vice-governador falou também sobre a situação nacional do PSB após a morte de Eduardo Campos, no ano passado. Para ele, apesar de haver forças dentro da legenda trabalhando para o retorno à base governista, o PSB não deve voltar a compor o governo Dilma Rousseff (PT). "Seria um desprestígio à memória de Eduardo", afirmou. Veja os principais trechos da entrevista:

Como um dos principais articuladores do bloco formado por PSB, PPS, Solidariedade e PV, como responde às críticas de que não há identidade entre essas legendas?

O objetivo do bloco é juntar coisas que não são idênticas, mas que têm semelhanças. Somos partidos médios, de independência ou oposição ao governo, temos uma origem mais à esquerda que à direita. São três pontos já importantes. O que importa é que peixe grande come peixe pequeno. Peixe grande não como peixe grande. Na medida em que temos 67, 68 deputados, nós ficamos do tamanho do PSDB, do PT e do PMDB.

Não será difícil administrar os interesses dentro desse bloco, principalmente com vistas às eleições municipais de 2016?


Uma construção como essa tem que ser feita de forma antecipada, que é o que estamos fazendo. Fizemos na frente de todo mundo, já no ano passado inauguramos a federação. Aliás, o bloco, mas no formato de federação. Vamos ter um estatuto próprio, de federação, e vamos ter uma decisão única no Brasil.

Em todas as prefeituras haverá um candidato único ou posição única da federação?

Em todas, nas cinco mil e quinhentas. É o preâmbulo. Claro que, se em determinado lugar houver duas figuras nossas de igual tamanho e que valha a pena ter duas candidaturas em vez de uma, a federação pode abrir uma exceção, mas a regra será posição única em todo o Brasil. Fizemos uma conta preliminar e, em 80% dos municípios, há um cenário consolidado.

Esse estatuto já foi escrito, já foi aprovado pelos quatro presidentes?


O esboço geral já, mas ainda não redigimos artigo por artigo. No mundo jurídico, a federação não existe, mas isso não importa. É como uma fusão política, mas desprendida administrativamente. Porque teríamos problemas, por exemplo, com o fundo partidário. Cada partido continua com suas fundações, com seus presidentes, com seu dinheiro, mas temos um estatuto de 'boa vontade'.

Como será a estrutura dessa federação?

Haverá uma executiva nacional da federação, composta por três membros de cada partido. Esses 12 membros vão ter poder de decidir, de enquadrar para baixo nas esferas estaduais e municipais. Em Curitiba, por exemplo, tem um nome forte do PPS, do Rubens Bueno, que é líder, tem um nome forte nosso, do ex-prefeito Luciano Ducci, e do Solidariedade, que é o (Felipe) Francischini, e nem sei se tem do PV. Mas já de cara tem uma cidade assim. Por isso, tem que ter uma regra. Em cada caso, é feito um acordo municipal, se não houver consenso, qualquer uma das partes pode recorrer para a esfera estadual, tudo com 48 horas para a decisão. Se não houver consenso, em 48 horas recorre-se para a estrutura nacional. Vamos experimentar essa convivência.

Em São Paulo o cenário já está traçado?

Estamos pensando. Teria uma só pessoa 'natural' que seria a Luiza (Erundina), mas me parece que ela não quer. Pelo que ouço e leio, eventualmente a Marta (Suplicy) poderia ser uma chance de candidatura.

Por qual legenda?


Ela pode escolher para onde ela quer ir. Em qualquer um dos partidos ela teria apoio dos quatro, estaria com patamar de tempo de televisão suficiente. Mas não tem sentido a gente ficar fazendo pressão, até porque ela está saindo de outro partido (PT).

Houve um contato formal da federação ou do PSB com a Marta?


Não, mas os nossos senadores, o próprio Rodrigo Rollemberg (governador do Distrito Federal), conversaram com ela no ano passado. Ela disse que o PSB era uma opção simpática para ela. Também não vejo muito mais para onde ela possa ir. Uma pessoa de esquerda como ela não vai para um partido de direita. Mais à esquerda teria um PCdoB, por exemplo, mas é da base do governo e ela ficaria amarrada na engrenagem do governo. Então, acho que a federação seria uma boa saída para ela.

O senhor pretende conversar com a Marta?

Sim, se ela quiser, converso com ela, tenho muito prazer. Ela é uma senadora da República, além de tudo. Sinto que esse dia está chegando. Acho que ela vai cumprir alguns rituais, mas depois de tudo que falou, não vejo mais como ela continuar no PT. Claro que sair do PT não é fácil, mas a marca da Marta sempre foi um certo arrojo. Se ela fizer essa migração, será um nome relevante na disputa com (Fernando) Haddad (PT), (Celso) Russomanno (PRB). É um bom nome para disputar a prefeitura, sem dúvida.

Existe um núcleo do PSB pressionando para que o partido deixe a posição de "independência" e volte à base do governo, principalmente no Senado. O PSB pode voltar a integrar o governo Dilma?

Esse núcleo do partido terá muita dificuldade em fazer um retorno porque isso, no fundo, daria a sensação que a morte do Eduardo (Campos) foi em vão. Ele morreu na luta contra essa posição do governo. Voltar, por causa de meia dúzia de cargos, seria um desprestígio à memória do Eduardo.

O senhor vê força política para mudar isso?


Relevante, não vejo. Eu diria que essa posição (de voltar ao governo) é 20% do partido.

O PSB não corre o risco de, na oposição, virar uma linha auxiliar do PSDB?

Corre, como corria de ser linha auxiliar do PT. Não vamos passar de um partido médio a grande de supetão, em uma eleição nem em duas. Estávamos planejando fazer isso em três, há doze anos. E fizemos. Eduardo seria presidente da República, na minha visão. Ou se credenciaria para ser o futuro presidente, em 2018. Agora vamos ter que refazer. Temos governadores, temos vice-governo em São Paulo, temos algumas posições que são 'nacionais'. Uma outra hora surgirá de novo outra possibilidade para estar posicionado de novo.

O senhor se aproximou muito de Geraldo Alckmin, é hoje vice do governador. Acha que ele é o potencial candidato do PSDB para 2018?

É precipitado falar qualquer coisa agora, mas qualquer governador de São Paulo é sempre um nome credenciado para disputar a Presidência. As obras físicas do governador são obras muito impactantes, o metrô, o Rodoanel, rodovia dos Tamoios. A vitória do Aécio (Neves) em São Paulo, acachapante, e a derrota em Minas dá uma sensação de que o Geraldo, se quiser disputar, vai ter muitas condições. E penso também que, depois dessa turbulência com denúncias todo dia envolvendo a Petrobras, as pessoas podem procurar por algo mais estável. E isso tem o jeito do governador, de um governo que você sabe que é reto. Mas, como Aécio veio de uma campanha muito forte, com votação alta, essa é uma tarefa que o PSDB vai ter que matar.

A questão da água pode prejudicar o segundo mandato de Alckmin?

Claro que isso pode impactar, mas o paulista tem noção que a estiagem não é culpa do governador. O que tecnicamente é possível fazer está sendo feito. E acho que, com especialistas mais aprimorados ainda, eles estão encontrando soluções.

O senhor se vê como um sucessor de Alckmin no governo estadual?


Me vejo como um aprendiz dele ainda. É muito cedo para falar disso. Meu principal objetivo é fazer do atual governo Alckmin o melhor governo dele. O resto, as consequências, o tempo vai dizer.

FONTE: http://www.em.com.br/app/noticia/politica/2015/01/22/interna_politica,610510/bloco-do-psb-pps-pv-e-sdd-tera-estatuto-de-federacao-e-posicao-unica-em-2016.shtml

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13.1.15

Bloco do PSB, PPS, SD e Rede planeja representar a classe média e criticar o governo Dilma Rousseff



Se os ricos e os pobres têm políticos para representá-los — além do Estado: o BNDES, para os ricos; e a Bolsa Família, para os pobres —, a classe média é a maior abandonada da sociedade brasileira. Como lhe falta uma rede de proteção social, nas crises, é a classe que mais tem de cortar orçamento e, ao mesmo tempo, pagar impostos. Os ajustes que vão ser promovidos pelo “primeiro-ministro” Joaquim Levy, quase um interventor, por certo devem reduzir seu poder de compra. O ministro da Fazen­da e a presidente Dilma Rous­seff vão “ferrar” a classe média. Mais uma vez.

Mas um bloco político, formado pelo PSB, PPS, Solida­riedade e Rede Sustenta­bi­li­dade, sem desprezar os pobres e mesmo o mercado, apresenta-se como possível defensor da classe média, o novo “proletariado”. O bloco não quer aliança com PSDB, embora não renegue parcerias eventuais. Por dois motivos. Primeiro, o tucanato faz uma oposição light. Segundo, é aliado do DEM, que não interessa aos quatro grupamentos.
O grupo vai demarcar sua posição na sociedade, apresentando-se como de centro-esquerda. Para tanto, vai tentar conquistar o apoio dos setores não-representados ou subrepresentados. Os cortes no campo sócio-trabalhista (por exemplo, a questão do seguro-desemprego e as pensões) — promovidos por Joaquim “Mãos de Tesoura” Levy — serão criticados duramente.

O bloco vai se apresentar como um grupo que não de­fende a sociedade tão-somente em períodos eleitorais. A tese é mais ou menos seguinte: o grupo quer se apresentar como sorriso da sociedade e cárie do poder petista. Acredita-se que, fazendo uma defesa da sociedade, com destaque para a classe média, o bloco pode constituir uma grande força eleitoral para a disputa de 2018. Mas em 2016, na eleição para prefeito, já querem constituir uma força eleitoral considerável. Marina Silva e Roberto Freire estão entre os opositores do “liberalismo exacerbado” da gestão Dilma-Levy.

FONTE: http://www.jornalopcao.com.br/bastidores/bloco-psb-pps-sd-e-rede-planeja-representar-classe-media-e-criticar-o-governo-dilma-rousseff-25792/

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19.12.14

PSB lança candidatura de Júlio Delgado para a presidência da Câmara

 O PSB formalizou nesta quarta-feira (17) a candidatura do deputado Júlio Delgado (MG) à Presidência da Câmara dos Deputados como alternativa aos nomes de Eduardo Cunha (PMDB-RJ) e Arlindo Chinaglia (PT-SP). A candidatura foi lançada com o apoio do PSDB, PPS e PV.

No discurso, os três candidatos defenderam hoje uma atuação autônoma em relação ao Executivo, mas Delgado disse que é o único que poderá assumir a bandeira real de independência, já que PT e PMDB são "sócios majoritários do governo". Delgado afirmou que, se eleito, não haverá relação de subordinação com outros Poderes. "Independência é quando a gente, por exemplo, pode votar uma matéria sem ficar preso à indicação de ministros ou à vinculação de perder um ministro porque o partido se posicionou de uma forma ou de outra", declarou.

A candidatura de Delgado só foi possível com a adesão do PSDB, que na próxima legislatura terá 54 deputados. A aproximação entre PSB e os tucanos se fortaleceu a partir da campanha presidencial, quando o PSB apoiou o senador Aécio Neves (PSDB-MG) no segundo turno da disputa. Fora do governo Dilma Rousseff desde o ano passado, o PSB já votava alinhado com os partidos de oposição no Congresso. Hoje, o líder do PSDB na Casa Antonio Imbassahy (BA), informou que o partido foi convidado a integrar o bloco Esquerda Democrática (PSB, PV, SD e PPS), mas que ainda não se posicionou sobre o convite.

Delgado contará na próxima legislatura com pelo menos 106 votos. Além dos tucanos, serão 34 parlamentares do PSB, 10 do PPS e oito do PV. O deputado informou que vai procurar o Solidariedade - que desde ontem integra o bloco Esquerda Democrática - para demovê-lo do apoio declarado anteriormente a Eduardo Cunha. Ele disse contar também com os partidos que se definem como independentes e com os novatos que trazem das urnas o "sentimento de mudança manifestado pelas ruas".

O deputado do PSB foi relator dos processos de cassação do petista José Dirceu e recentemente do ex-vice-presidente da Câmara e ex-petista André Vargas. Disputou a presidência da Câmara em 2013, mas só teve o apoio formal de seu partido na última hora.

"Ninguém vai nos roubar esse discurso (de independência) e ninguém vai nos roubar a verdadeira candidatura que se apresenta como independente porque não temos nenhum vínculo", enfatizou o candidato.


FONTE: http://www.diariodepernambuco.com.br/app/noticia/politica/2014/12/17/interna_politica,549833/psb-lanca-candidatura-de-julio-delgado-para-a-presidencia-da-camara.shtml

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18.12.14

PSB, PPS, SD e PV formalizam bloco e defendem nova CPI da Petrobras

 Com duras críticas ao governo Dilma Rousseff, PSB, PPS, PV e Solidariedade formalizaram na tarde desta terça-feira (16) a formação de um bloco com 67 parlamentares na Câmara dos Deputados. O novo bloco, que terá atuação estendida nas assembleias legislativas e câmaras municipais, já defende a criação de uma nova Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) na próxima legislatura para dar continuidade às investigações sobre o esquema de corrupção na Petrobras.

"É preciso continuar investigando porque o buraco da corrupção neste país, a cada dia que passa, é cada vez mais profundo", declarou o líder da bancada do PSB na Câmara, Beto Albuquerque (RS).

O novo bloco afirma que o prosseguimento das investigações é uma necessidade, assim como a saída da presidente da estatal, Graça Foster. "Não sei o que ela ainda faz na Petrobras", emendou Albuquerque, cobrando uma posição da presidente Dilma sobre mudanças na diretoria da empresa, uma vez que as ações da estatal na Bolsa de Valores vêm "derretendo" a cada dia.

No lançamento do "Bloco da Esquerda Democrática", os presidentes das quatro legendas fizeram ataques à política econômica, à intervenção no setor elétrico e destacaram que é preciso estar unidos diante do escândalo envolvendo a Petrobras. "Roubaram até o nosso orgulho", condenou o presidente do PPS, deputado Roberto Freire (SP). O grupo anunciou que trabalhará pela aprovação da reforma política e que lutará contra o "governo corrupto que ganha eleição com base na mentira". "Dilma venceu mostrando um Brasil que não existe", insistiu o líder do PSB na Câmara.

O bloco, que nasceu a partir das alianças formadas na disputa presidencial, deve buscar a atuação coligada nas eleições municipais de 2016. A expectativa é que juntos os partidos tenham de três a quatro minutos de tempo de TV no próximo pleito. De acordo com os líderes, os quatro partidos têm hoje mais de 800 prefeitos e 8 mil vereadores.

Denominando-se de "oposição independente", o bloco divulgou um documento em que defende um "pacto anticorrupção". "Precisamos resgatar a dignidade da política nacional", afirmou o presidente do Solidariedade, deputado Paulo Pereira da Silva (SP) no ato de lançamento do bloco.

Os presidentes dos partidos destacaram que, apesar da atuação conjunta, a ideia é manter a autonomia das siglas. Ainda não há consenso se a candidatura do deputado Júlio Delgado (PSB-MG) à presidência da Câmara dos Deputados será mantida. A única certeza é que o bloco não apoiará o candidato do PT, deputado Arlindo Chinaglia (SP).

Juntos na Câmara, o bloco será menor apenas que a bancada do PT. Na próxima legislatura, o PSB terá 34 deputados, o Solidariedade 15, o PPS 10 e o PV oito parlamentares.


FONTE: http://www.diariodepernambuco.com.br/app/noticia/politica/2014/12/16/interna_politica,549556/psb-pps-sd-e-pv-formalizam-bloco-e-defendem-nova-cpi-da-petrobras.shtml

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11.12.14

PSB confirma nome de Júlio Delgado na disputa para presidente da Câmara


Em reunião realizada na tarde desta terça-feira (9) em Brasília, integrantes da bancada do PSB da Câmara decidiram lançar o nome do deputado Júlio Delgado (MG) na disputa do comando da Casa na próxima legislatura. No encontro, ficou acertado que Delgado assumirá a liderança da bancada, ocupada hoje pelo deputado Beto Albuquerque (RS), na próxima semana.

"Ficou acertado que teremos um nome que é o do Júlio. Vou passar a liderança para ele iniciar esse processo de transição. Vamos consolidar o nome dele com os integrantes do bloco que queremos montar e com a oposição", afirmou Albuquerque após a reunião. Integrantes do PSB se reúnem com representantes da bancada do PPS e do PV nesta quarta-feira na tentativa consolidar a criação de um bloco para atuação na próxima legislatura.

"Vou me colocar nesta reunião e pedir apoio para PPS e PV. Não terá lançamento de candidatura. Vamos iniciar um trabalho de formiguinha", afirmou Delgado.

Na mira dos socialistas, está a bancada do PSDB, a terceira maior da Câmara atrás apenas do PT e do PMDB, que também devem ter candidatos na disputa pelo comando da Casa. "Falei para o Aécio que temos que nos manter próximos e recíprocos", disse Beto Albuquerque em referência ao apoio que o PSB deu no segundo turno da disputa presidencial à candidatura do tucano. "Também procurei o Aécio, ele disse para eu me viabilizar dentro da bancada, o que foi feito. Acredito que terei o apoio dos deputados do PSDB", avaliou Delgado.


FONTE: http://www.diariodepernambuco.com.br/app/noticia/politica/2014/12/09/interna_politica,548104/psb-confirma-nome-de-julio-delgado-na-disputa-para-presidente-da-camara.shtml

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2.12.14

PPS e PSB descartam plano de fundir partidos

A discussão para fusão com o PSB foi afastada pelo presidente estadual do PPS e deputado federal eleito, Alex Manente. A avaliação do mandatário é que as atuais possibilidades jurídicas para efetivar a transação mais atrapalhariam do que ajudariam no planejamento de inflar os quadros dos partidos, já que a ação permitiria a saída de filiados sem perda de mandatos, mas não criaria janela de transferência para entrada de parlamentares de outras siglas com manutenção de cargos eletivos.

O diálogo entre os partidos ocorreu até poucos dias antes do pleito de outubro e indicava que o “casamento” ocorreria. O intervalo para concentração na campanha eleitoral, entretanto, esfriou a conversa. “Poderíamos encontrar novo elemento sem a reforma política. A fusão permite às pessoas saírem sem perder mandato, mas não conseguiríamos atrair nenhum parlamentar que tenha mandato. Não tem a chamada janela de transição. Achamos arriscado fazer a fusão, neste momento, porque não aglutinaríamos absolutamente nada”, opinou Alex.

Deputado estadual pelo PSB, Carlos Cezar concorda que o resultado jurídico complicou a tentativa de unir os partidos. Porém, o socialista alimenta expectativas de que, em futuro próximo, o plano possa ser concluído. “Esse é um debate que havia lá atrás, mas acabou perdendo a força”, admitiu o parlamentar.

O diálogo foi costurado pelo ex-governador de Pernambuco Eduardo Campos (PSB), morto em agosto, quando disputava a eleição para presidente da República. O nome do partido proveniente da união dos dois tendia a ser Partido Socialista Brasileiro ou PS40. A intenção do ex-presidenciável era consolidar o partido como terceira via para tentar fugir da polarização entre PT e PSDB. A corrida pelo Palácio do Planalto é dominada por petistas e tucanos há 20 anos.

A solução tomada pelos partidos foi a formação de bloco institucional em nível nacional, nos Estados e municípios, composto pelas duas siglas mais o PV e o PR – tem também conversa avançada para incluir o Solidariedade. Os republicanos, entretanto, se mantêm na base da presidente Dilma Rousseff (PT), em Brasília. A união, de acordo com Alex, formará a terceira maior bancada no Congresso, chegando a 74 deputados federais.

A ala terá regras próprias e está sendo construída para funcionar como se fosse um único partido. A união entre as siglas será obrigatória em todas as instâncias. Os políticos, entretanto, projetam repartir as decisões para evitar rachas e divergências. Os rumos serão decididos de baixo para cima. Se não houver unidade nos municípios, a discussão será levada para os Estados e, se em 48 horas não houveram veredicto, o caso chega a executiva nacional que dará o posicionamento final. “Ou seja, sairemos sempre unificados”, considerou Alex.

TENTATIVAS

O PPS tenta, desde 2006, se fundir a outras siglas para ampliar sua representatividade, mas ainda não conseguiu consumar o ato. Os popular-socialistas vislumbraram a criação do MD (Movimento Democrático), que incluiria PHS e PMN, diálogo que naufragou.

FONTE: http://www.dgabc.com.br/Noticia/1079308/pps-e-psb-descartam-plano-de-fundir-partidos?referencia=minuto-a-minuto-topo

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16.11.14

Partidos ensaiam coligação para 2016

O jornal Nova Cidade, de Ribeirão Preto, em matéria de ontem, destacou a possibilidade de formalização de uma “Federação Partidária” na Câmara dos Deputados, e traçou conjecturas para as eleições municipais de 2016. Segundo o jornal, está sendo prevista a união de quatro partidos políticos - PPS, PSB, PV e SDD - ensaiando uma coligação.
 
FONTE: http://www.jornalacidade.com.br/politica/NOT,2,2,1009509,Partidos+ensaiam+coligacao+para+2016.aspx

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21.6.11

PPS quer ouvir Mercadante sobre indenização a Amaral

A oposição avisou hoje que também quer ouvir o ministro Aloizio Mercadante (PT-SP) sobre a indenização de R$ 280 mil paga em março ao vice-presidente do PSB, Roberto Amaral, referente à demissão dele da Alcântara Cyclone Space (ACS), uma sociedade dos governos do Brasil e da Ucrânia para gerir o principal programa espacial brasileiro.

O PPS anunciou que vai apresentar requerimento de convocação de Mercadante e Amaral para audiência conjunta nas comissões de Ciência e Tecnologia e de Relações Exteriores e Defesa Nacional da Câmara. Amaral recebeu esse dinheiro porque conseguiu ser oficialmente "demitido" do cargo.

No mesmo dia da demissão, Amaral foi nomeado para integrar os conselhos da Itaipu Binacional e do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), cujos salários somam cerca de R$ 25 mil. "O pagamento dessa indenização é, no mínimo, uma atitude indecente", disse o deputado Rubens Bueno (PR), líder do PPS na Câmara.

Fonte: http://www.parana-online.com.br

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