Pesquisa Ibope: Ricardo Coutinho é o governador mais bem avaliado do Brasil
Reportagem publicada nesta segunda-feira (5) pelo Jornal O Estado de São Paulo, com base em pesquisas do Ibope, revela que o governador Ricardo Coutinho (PSB) é atualmente o mais bem avaliado entre as capitais brasileiras.
De acordo com matéria, com o levantamento, o chefe do executivo paraibano tem 61% de ótimo/bom em João Pessoa, contrariando a tendência nacional.
O índice de aprovação é quase três vezes maior que a média do País (24%). Dos 26 governadores, 16 têm avaliação negativa nas principais cidades dos estados que governam.
Na análise do colunista José Roberto Toledo, que assina a reportagem, os governadores que estão no segundo mandato poderiam sofrer com o desgaste de estar há mais tempo no poder, causando desprestígio entre os eleitores, o que não aconteceu em João Pessoa.
“A explicação caberia, por exemplo, em São Paulo, Paraná, Goiás, Pará e Rio de Janeiro, onde o mesmo partido ou grupo político governa há seis anos ou mais. Mas não vale para a Paraíba, cujo governador Ricardo Coutinho (PSB) é justamente o mais popular entre todos os seus pares em uma capital. Ele tem 61% de ótimo/bom em João Pessoa e está no segundo mandato”, concluiu.
Os dados coletados pelo Ibope refletem que os governadores têm perdido força nas capitais neste ano em que serão realizadas as eleições municipais.
A situação é oposta ao período eleitoral de 2012, quando só seis governadores eram considerados impopulares nas capitais.
O índice de ótimo/bom caiu de 41% para 24% no período, enquanto a avaliação ruim/péssimo cresceu de 21% para 34%.
Para o presidente municipal do PSB, Ronaldo Barbosa, a pesquisa mostra o resultado das ações da gestão socialista na Paraíba e na Capital nos últimos anos.
“É um governo que mudou a forma de gestão no Estado, privilegiando a participação popular e realizando os investimentos nas áreas mais importantes. Há ações em todo o Estado e a população de João Pessoa, particularmente, aprova Ricardo que vem mudando a forma de gerir o bem público desde a Prefeitura”, avaliou.
Ronaldo Barbosa disse ainda que o apoio de Ricardo Coutinho à candidatura da professora Cida Ramos será fundamental para que o PSB volte a governar a capital paraibana.
“Ricardo é, indiscutivelmente, a maior liderança polícia da Paraíba e isso se reflete também em João Pessoa. Os dados que dispomos mostram claramente que Ricardo será fundamental para garantir a vitória de Cida”, finalizou.
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Governador eleito pelo PSB negocia recursos para seu estado com o governo federal
"O governador Ricardo Coutinho foi recebido em audiência, nesta quarta-feira (19), pela presidente Dilma Rousseff, em Brasília, ocasião em que recebeu a garantia da inclusão de três grandes obras hídricas da Paraíba no Programa de Aceleração do Crescimento – PAC 3, no valor de R$ 886 milhões.”
As obras autorizadas são o lote 3 e última etapa do canal Acauã-Araçagi, no valor de R$ 300 milhões; o sistema adutor da Borborema, que garantirá água para as regiões do Curimataú/Seridó (R$ 406 milhões) e a 3ª entrada da transposição das águas do Rio São Francisco pelo rio Piancó (R$ 180 milhões).
Coutinho apresentou pleitos nas áreas de saúde, saneamento básico, habitação, infraestrutura, recursos hídricos e turismo. Os secretários de Estado do Meio Ambiente, Recursos Hídricos, Ciência e Tecnologia, João Azevedo; o secretário de Estado da Comunicação Institucional, Luís Tôrres e a ministra do Planejamento, Mirian Belchior, também participaram da audiência.
Dilma enfatizou que quer acelerar as obras estruturantes e, no caso da transposição do Rio São Francisco, concluí-la até meados de 2016. Dilma também assimilou ao “Pacotão da Transposição” a inclusão de mais 42 cidades que serão beneficiadas com obras de saneamento e abastecimento de água. Os investimentos somam R$ 250 milhões e o programa será lançado nos próximos meses.
Na área de infraestrutura, a Paraíba também será beneficiada com a garantia da conclusão da dragagem do Porto de Cabedelo, cuja licitação acontece em dezembro deste ano, e com a reforma do terminal de passageiros do aeroporto Castro Pinto.
No tema saúde, solicitou-se que os recursos do SUS, provenientes dos hospitais da rede estadual de saúde, sejam repassados diretamente para a Secretaria de Estado de Saúde e não para os 24 municípios com gestão plena. “Na Paraíba, das 24 cidades, apenas João Pessoa, Santa Luzia e Cajazeiras fazem esse repasse do SUS e a perda mensal do Governo do Estado é de R$ 7 milhões a R$ 10 milhões. A própria presidente se sensibilizou com a questão e se comprometeu a resolver”, disse o governador.
FONTE:
http://pbvale.com.br/em-audiencia-dilma-garante-a-ricardo-r-886-milhoes-para-tres-obras-hidricas/
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Segundo turno deve consolidar encolhimento do PSB em nível nacional
Em sua coluna dessa segunda-feira (20), no site do UOL, o jornalista Fernando Rodrigues fala do encolhimento do PSB na eleição majoritária, um paradoxo se comparado ao crescimento de 46% nas eleições de 2010. Para o colunista, o segundo turno vai consolidar o encolhimento do partido no tabuleiro político brasileiro.
Hoje o partido governa cinco Estados, inclusive o Espírito Santo, mas ao fim do processo eleitoral deve manter apenas duas ou três unidades federativas. O partido que vinha sendo cotado para dar sequência ao projeto da esquerda no País, com o esgotamento natural do ciclo d PT, sai achatado das eleições deste ano.
Mas a partir da precipitação do partido que lançou a candidatura de Eduardo Campos, uma série de situações se repetiu nos Estados. No Espírito Santo não foi diferente. Para os meios políticos, o governador Renato Casagrande, que vinha mantendo uma posição de neutralidade, na tentativa de atrair o PT ou o PSDB para seu palanque, anunciou antecipadamente seu apoio à candidatura de Eduardo Campos (PSB), o que prejudicou sua movimentação entre lideranças do Estado.
Com a derrota de Marina Silva, o governador Renato Casagrande seguiu a linha de seu grupo dentro do partido e declarou apoio a Aécio Neves, assim como seu adversário, Paulo Hartung (PMDB), o que não cria o contraponto e não fortalece o governador em fim de mandato.
Posição diferente teve seu colega de partido na Paraíba, Ricardo Coutinho (PSB), que conseguiu uma virada na disputa estadual contra o tucano Cassio Cunha Lima. Mesmo sendo do PSB, Coutinho declarou apoio à reeleição da presidente Dilma, criando assim um espaço para a disputa no segundo turno.
Este encolhimento é mais um desafio que deve levar as lideranças do PSB à reflexão até 2018. O partido, que saiu menor da eleição vai ter que buscar um espaço de discussão para tentar se reerguer politicamente e credenciar às próximas disputas.
Neste sentido, o papel do governador Renato Casagrande, recentemente reconduzido à Secretaria–geral do partido, também passa pela recomposição do capital político do PSB.
Fonte: http://seculodiario.com.br/19425/8/segundo-turno-deve-consolidar-encolhimento-do-psb-em-nivel-nacional-1
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