Diretório Nacional do PSB aprova resoluções sobre crises sanitária, econômica e política
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| O Diretório Nacional do PSB aprovou neste sábado (10), em reunião virtual, uma série de medidas para o enfrentamento das crises política, sanitária, econômica e social do país. |
O documento apresentado pelo presidente nacional do partido, Carlos Siqueira, afirma que “é preciso reconhecer uma vez mais que a mãe das crises no Brasil é a crise política”. “Afinal, foi um sistema político carcomido, em estado de necrose, que gestou Bolsonaro, suas milícias digitais e reais, alianças da extrema-direita com a centro-direita, além de um apego claudicante do governo, mas efetivo para fins práticos, ao ultraliberalismo – encabeçado neste caso pelo ministro da Economia, Paulo Guedes”.
Diante desse quadro, afirma o documento, o PSB, as oposições e os democratas devem propor e implantar um “esforço de vacinação em massa” – a fim de estabelecer níveis mínimos de segurança que permitam a retomada das atividades econômicas -, e a ampliação do auxílio emergencial para R$ 600.
Os socialistas defendem também a quebra de patentes de vacinas pelo Brasil, “medida que está em perfeita consonância com a tragédia sanitária que o país vive e que, seguramente, interessa também ao mundo, visto que a persistir o cenário atual os prejuízos à saúde pública serão planetários”, considera.
Entre as medidas voltadas para a economia, os socialistas propõem um programa de apoio às Pequenas e Médias Empresas (PMEs), com a mobilização de recursos orçamentários e institucionais do governo federal. Nesse sentido, o Banco do Brasil, a Caixa Econômica Federal, BNDES, Banco do Nordeste do Brasil e fundos setoriais e regionais devem disponibilizar recursos massivos ao setor, responsável pela parcela mais significativa do emprego no país, afirmam.
O PSB avalia ainda como necessário o redesenho da política fiscal, considerando o contexto atual de modo semelhante aos esforços de reconstrução em países atingidos por guerras. Nesse sentido, o partido defende a necessidade de “excepcionalizar por tempo suficiente os institutos existentes sobre a responsabilidade fiscal”. “É preciso pensar em termos de um “orçamento de guerra”, como já se fez em passado recente”, diz.
“O governo federal precisa urgentemente ampliar seus gastos, promovendo política anticíclica, para que o país supere a estagnação (conjugada com inflação) que o acomete neste momento.” Essas medidas requerem o aumento do endividamento do setor público, o que provoca resistência dos sistemas financeiros. No entanto, ações semelhantes vêm sendo adotadas no mundo todo, com destaque para a União Europeia e Estados Unidos, diz o documento.
O partido defende também a estimulação do consumo popular, o que remete não apenas ao Auxílio Emergencial, mas também a programas de renda mínima e de emprego garantido. “Temos, ainda, que usar e estimular a criatividade, fazer mais com menos, sensibilizar a população para os imensos desafios do momento”, destaca o partido.
Desafios eleitorais
No documento, o PSB estabelece como principal desafio em 2021 montar chapas próprias para disputar mandatos federais – em especial na Câmara dos Deputados – em todos os Estados. O mesmo esforço deve ser feito para candidaturas próprias para os governos estaduais e o Senado.
O partido defende que a criatividade, um dos conceitos principais da Autorreforma do PSB, deverá “ser aplicada em todos os campos da atividade política”. “Se quisermos inovar na política e renovar o nosso partido será necessário transformar a tarefa de compor nossas chapas de candidatos – especialmente para o âmbito federal – num processo criativo e inovador”, destaca.
Na prática, a inovação deve passar pelo recrutamento de quadros que se destaquem em todas as áreas profissionais, científicas, empresariais, dos movimentos e redes sociais e que se identifiquem com os ideais socialistas da luta contra as desigualdades.
O livro 4 da Autorreforma, afirma o documento, deverá orientar a atuação de novos quadros e militantes do partido. Os socialistas ainda definiram que a decisão sobre a sucessão do atual presidente da República deverá ficar para o início de 2022.
FONTE:http://psb40.org.br/noticias/diretorio-nacional-do-psb-aprova-resolucoes-sobre-crises-sanitaria-economica-e-politica/
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MEU PSB É 40 E TEM S DE SOCIALISTA
Assisto com paciência as mudanças
do mundo político e dentro dentre mundo, a transformação na agremiação pela
qual fiz a opção de me filiar partidariamente. Sim falo do PSB – Partido
Socialista Brasileiro.
Não falo de agora, mas temos que
pegar um espaço de tempo e verificar as decisões que são tomadas ou votadas
nessa agremiação. Poderia pegar na Década ou no quinquênio. Um partido deveria depender de suas bases e
suas bases deveriam ser consultadas. A base do partido nada mais é do que o
grupo de filiados. Fora isso vira um partido de aluguel onde uma direção o leva
ao gosto do vento de caminhos tomados dentro de quatro paredes.
Num espaço de tempo de cinco anos
o PSB tomou várias decisões que transformaram a rota do partido. Da cúpula
Nacional, passando pelos diretórios estaduais e municipais. No campo nacional o
destaque acontece em 2013 quando o PSB resolve romper com o governo Dilma
findando uma aliança de 10 anos e meio com o PT. No campo estadual também em
2013 o partido retira o prefeito de Caxias Alexandre Cardoso da presidência do
diretório estadual após duas décadas neste comando.
No campo nacional tinha à frente
o governador Eduardo Campos, herdeiro de Miguel Arraes e que pilotava o PSB
rumo a uma candidatura própria a Presidência da Republica. No campo estadual
começa a primeira de muitas trocas na direção partidária num entra e sai do
Senador Romário como presidente do diretório estadual.
Nacionalmente o PSB se cacificou
quando Eduardo traz para o partido a Ex Ministra Marina Silva, que em 2010
disputara a eleição presidencial e vinha para PSB depois do TSE ter negado o
registro de sue partido rede sustentabilidade. No Estadual uma queda de braço
pela direção partidária levou o enfraquecimento do diretório no Rio de Janeiro.
O grande abalo acontece com o
trágico acidente que vitimou Eduardo Campos em 2014, já escolhido candidato do
PSB a presidente e tendo Marina como Vice. Atordoado o PSB tenta se recompor e
lança Marina Silva a presidência no lugar de Eduardo, mas a candidatura não
chega ao segundo turno.
A grande ruptura acontece na
decisão da Cúpula em apoiar Aecio Neves no segundo turno. Algumas lideranças
históricas deixam o partido e aqui no Estado do Rio de Janeiro o embate segue
entre Romário e Glauber. Até que o deputado federal joga a tolha e se desfilia
indo para o PSOL. O Psol foi o destino
da também histórica deputada Luiza Erundina. Reconduzido a presidência do
partido no diretório estadual Romário fica pouco tempo e é substituído por
Rubens Bomtempo em dez de 2015. Mas em fevereiro de 2016 Romário é conduzido
novamente a presidência do diretório estadual e lá permanece pouco mais de 5
meses dando lugar ao deputado federal Hugo Leal.
Em menos de 2 anos foram 5 trocas
de comandos e nenhuma reunião com os filiados. Será que dará certo? As urnas de
2016 é que vão demostrar. Pelo meu lado apos toda essa narrativa cabe falar que
o PSB que sou filiado tem S de Socialista e foi moldado com ideias de João Mangabeira, Domingos Vellasco, Hermes Lima,
Rubem Braga, Osório Borba, Joel Silveira, José Lins do Rego, Jader de Carvalho,
Sergio Buarque de Hollanda e Antonio Candido, Roberto Gusmão, Rogê Ferreira, Francisco Julião, João Pedro
Teixeira, Barbosa Lima Sobrinho, Osório Borba, Pelópidas da Silveira, Altino
Dantas, Remo Forli, José Joffily, Jamil Haddad, Adalgisa Nery, Saturnino Braga . Ideias que tambem foram plantas na sua
Refundação formando a Comissão Diretora Nacional: Antônio Houaiss como
presidente e como membros: Marcello Cerqueira, Roberto Amaral, Evandro Lins e
Silva, Jamil Haddad, Joel Silveira, Rubem Braga e Evaristo de Moraes Filho e
por Miguel Arraes. PSB é 40 e o S é de socialista. Que Não se rasgue o
manifesto de refundação de nosso partido.
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Socialistas ouvem consultores da Casa para debater medidas de ajuste fiscal
A pedido do líder do PSB na Câmara, deputado Fernando Coelho Filho (PSB-PE), a bancada socialista se reuniu, na última quinta-feira (9), com a consultoria legislativa da Casa para discutir ajuste fiscal. As principais pautas da reunião foram as medidas provisórias 664 e 665, ambas de 2014, que estabelecem novas regras para concessão do auxílio doença e pensão por morte, e do seguro desemprego e do abono salarial, respectivamente.O governo estima que, com a aprovação dessas medidas, as mudanças vão reduzir as despesas obrigatórias em cerca de 0,3% ao ano – R$ 18 bilhões em 2015. "O presidente da Casa informou que na primeira semana após o 1º de maio vamos votar essas MPs. Para isso, temos a presença de consultores, não só hoje, mas em outras oportunidades, que vão nos ajudar a formar nossa opinião e fechar posição clara a respeito desse assunto", comentou o líder.O deputado Glauber Braga (PSB-RJ) afirmou que as MPs, tanto como o Projeto de Lei nº 4330/04, que regulamenta a terceirização no Brasil, obedecem ao mesmo pensamento econômico e todas punem o trabalhador. "Todos nós temos que ter responsabilidade sobre a despesa e a receita. O Governo precisa dar um indicativo do que vem depois dessas medidas", afirmou Glauber. Para o deputado Heitor Schuch (RS), o PSB deve determinar estratégia em defesa dos trabalhadores. "E, com isso, chegar como protagonista na votação dessas medidas, no Plenário," completou.Durante a explanação, os socialistas puderam avaliar o cenário das finanças públicas, estratégias fiscais, controle de gastos e outros ajustes ainda em construção. Assim como amplo gráfico com dados entre 2000/2014, sobre o PIB, Taxa Selic, câmbio, desemprego e resultados fiscais. No que diz respeito ao cenário nacional, que está deteriorado, segundo os consultores, há perspectiva de rebaixamento da avaliação de risco (perda do grau de investimento) por conta de piora do desempenho fiscal e baixo crescimento.A data da próxima reunião para dar seguimento à discussão e deliberação sobre a posição definitiva da bancada será definida em breve.
FONTE:
http://www.psb40.org.br/not_det.asp?det=6364Marcadores: Liderança do PSB na Câmara